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quinta-feira, abril 16, 2026
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Meta marca fim do Horizon Worlds em realidade virtual nos headsets Quest

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A Meta definiu o calendário para desligar o acesso em realidade virtual (VR) ao Horizon Worlds nos óculos Quest. A partir de 15 de junho de 2024, nenhum mundo criado na plataforma poderá ser acessado pelos dispositivos da linha. O serviço seguirá ativo somente no aplicativo Meta Horizon para smartphones iOS e Android.

O que muda já nas próximas semanas

24 de março: a visualização de cenários feitos com o recurso Hyperscape Capture & Preview deixa de funcionar dentro do Horizon Worlds, acabando também convites e experiências compartilhadas.
31 de março: o Horizon Worlds e os eventos relacionados somem da loja do Quest. Nesse mesmo dia, quatro mundos  Horizon Central, Events Arena, Kaiju e Bobber Bay ficam inacessíveis em VR. Além disso, quem assina o Meta Horizon Plus (MH+) perde acesso a Meta Credits, roupas digitais, avatares e itens comprados dentro dos mundos.
15 de junho: interrupção total do Horizon Worlds em realidade virtual.

Os benefícios de jogos vinculados ao MH+ e os títulos mensais continuam disponíveis, bem como a possibilidade de gerar novos escaneamentos 3D via Hyperscape Capture & Preview  porém somente pela biblioteca local do Quest.

Metaverso na berlinda

Desde 2020, a divisão Reality Labs acumula prejuízo superior a US$ 80 bilhões, cenário que levou a cortes de até 30 % no orçamento e mais de mil demissões. Segundo fontes internas, a companhia enxergou maior potencial na versão móvel do Horizon, prevista para ganhar força em 2025 e concorrer diretamente com plataformas como Roblox.

No comunicado, a Meta afirma que separar as frentes VR e mobile permitirá “evoluções mais focadas” em cada segmento. A empresa garante que continuará investindo na experiência do Quest, citando novidades como teclado com touchpad de superfície, reposicionamento de janelas e a nova interface Navigator.

Usuários que desejarem manter presença no universo Horizon devem migrar para o aplicativo de celular, onde seus avatares, listas de amigos e conquistas seguirão preservados.

Para mais dicas sobre tecnologia, acompanhe o D&Blog.

O desligamento do Horizon Worlds em VR representa o fim da primeira grande aposta da Meta no metaverso via headsets proprietários. A mudança reforça a guinada da companhia para experiências mobile, menos custosas e com base de usuários potencialmente maior.

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Vou perder meu avatar?
Não. Avatares e perfis migram automaticamente para a versão mobile.

2. Posso pedir reembolso de compras feitas nos mundos?
A Meta não anunciou política de reembolso; itens comprados deixam de existir em VR no dia 31 de março.

3. O Quest ficará sem novidades?
Segundo a empresa, o hardware seguirá recebendo softwares e atualizações de interface.

Tabela rápida: como comprar ações da Meta (META)

Passo O que fazer Dica extra
1 Abrir conta em corretora com acesso à Nasdaq Verifique taxas de corretagem
2 Enviar recursos para a conta internacional Compare cotações de câmbio
3 Buscar o ticker “META” Acompanhe balanços trimestrais
4 Definir quantidade e efetuar a compra Use stop loss para proteger capital

Insight do repórter

O recuo da Meta nos headsets mostra que, por ora, o metaverso imersivo não conseguiu justificar seu custo diante de usuários e investidores. A aposta mobile tenta capitalizar a onipresença dos smartphones para manter vivo o conceito, enquanto prepara terreno para futuros devices mais leves e baratos.

Como dar nova vida ao notebook antigo: servidores, consoles retrô e outras ideias práticas

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Quem tem um notebook encostado no armário pode transformá-lo em peça chave da casa digital. Mesmo modelos sem fôlego para o Windows 11 ainda dão conta de funções específicas, como servidor de arquivos, central multimídia ou até videogame retrô. Com um pendrive, criatividade e softwares gratuitos, é possível economizar dinheiro, reduzir lixo eletrônico e ganhar novos serviços domésticos.

O que caracteriza um notebook “antigo”?

Em geral, considera-se antigo todo equipamento que já não suporta sistemas atuais caso do Windows 10 ou 11por limitações de processador, memória RAM ou armazenamento. Entre os sintomas mais comuns estão:

  • CPU de geração muito antiga (ex.: Intel Atom, Core 2 Duo, AMD C-50) rodando a 1 GHz ou menos;
  • Máximo de 2 GB a 4 GB de RAM;
  • Slot SATA sem opção de SSD NVMe;
  • Wi-Fi apenas na faixa de 2,4 GHz.

Sistemas operacionais que salvam máquinas modestas

Distribuições Linux continuam as campeãs quando o assunto é leveza. Porém, nem todo Linux é igual: Ubuntu e Zorin OS podem ficar pesados demais. Seguem opções populares entre entusiastas de hardware antigo:

  • AntiX, Lubuntu e Linux Lite: interface enxuta e baixo consumo de RAM;
  • ChromeOS Flex: versão oficial do Google para PCs antigos, ideal para navegação web e estudos;
  • OpenMediaVault (OMV): baseado em Debian, roda sem interface gráfica no próprio notebook e é administrado via navegador.

Transforme o notebook em servidor doméstico com OpenMediaVault

OMV faz do velho portátil uma “nuvem particular”. Veja recursos populares:

  • NAS (Network Attached Storage): compartilha pastas, fotos, vídeos e backups na rede local;
  • Servidor DNS com bloqueio de anúncios: menos propaganda em todos os gadgets da casa;
  • Central de downloads (HTTP, FTP, Torrent): inicia-se o download em outro PC e o notebook termina o trabalho gastando pouca energia.

Instalação resumida: baixe a ISO, grave em pendrive com Rufus ou Balena Etcher, dê boot, siga o instalador e anote o IP exibido na tela final. A partir de outro computador, digite esse IP no navegador para configurar usuários, plugins e discos.

Console retrô com Batocera

Gamers nostálgicos podem instalar o Batocera, sistema focado em emulação. Ele reconhece automaticamente controles USB ou Bluetooth e traz menu estilo console:

  1. Baixe a imagem do Batocera;
  2. Grave em pendrive bootável;
  3. Inicie o notebook pelo pendrive e, se desejar, instale no HD;
  4. Adicione ROMs legais e divirta-se em tela grande pela HDMI.

Tabela de ideias para reaproveitar o notebook

Projeto Dificuldade Custo extra Benefício principal
Servidor OMV (NAS, DNS, downloads) Médio Pendrive + HD externo (opcional) Armazenamento centralizado e economia de energia
Console retrô com Batocera Baixa Controle USB/Bluetooth Centenas de clássicos em um único aparelho
PC para estudos com Linux Lite Baixa Nenhum Navegação rápida e pacote Office grátis
Estação de digitação offline Muito baixa Foco total na escrita sem distrações
Ponto de automação residencial (Home Assistant) Alta Sensores IoT Gerência da casa inteligente 24h

Perguntas frequentes

Posso manter o Windows 10?
Se o notebook suporta pelo menos 4 GB de RAM e um SSD SATA, ainda dá para rodar a versão 22H2 com otimizações. Caso contrário, opte por Linux leve.

Vale trocar o HD por SSD?
Sim. Um SSD SATA barato (240 GB) turbina a velocidade de boot e prolonga a vida útil do aparelho.

Quão seguro é usar um notebook velho como servidor?
Mantenha o sistema atualizado, mude senhas padrão e restrinja o acesso à rede interna para reduzir riscos.

Gasta muita energia deixar o notebook ligado 24 h?
Modelos com chipset Atom ou C-series consomem em média 10 W, bem menos que um PC desktop antigo.

Conclusão

Antes de descartar aquele notebook de guerra, experimente transformá-lo em algo útil. Seja seu próprio serviço de streaming caseiro, uma estação de backup ou um fliperama portátil, o investimento é mínimo e o impacto ambiental, menor ainda.

Quer mais dicas de tecnologia prática? Visite o Portal de Tecnologia D&Blog e acompanhe nossos tutoriais diários.

Amazon encerra acúmulo de milhas e cashback em parceiros a partir de 31 de março

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A Amazon confirmou que encerrará todas as integrações com programas de pontos e milhas no Brasil a partir de 31 de março. Livelo, Latam Pass e Esfera deixam de pontuar compras feitas no marketplace, e a companhia ainda suspenderá temporariamente o acesso de programas de afiliados que oferecem qualquer forma de cashback, seja em reais ou em pontos.

O que muda na prática

• A partir de 1º de abril, nenhuma compra na Amazon Brasil renderá pontos ou milhas.
• E-mails enviados por Latam Pass, Livelo e Esfera já comunicam o fim do benefício aos clientes.
• Programas de recompensas que ainda não se pronunciaram, como Méliuz e Inter, permanecem em análise.

Por que a Amazon decidiu interromper a parceria?

Em nota, a empresa afirmou que revê constantemente suas estratégias para “oferecer a melhor experiência ao cliente” e, dentro dessa reavaliação, optou por pausar o modelo de recompensa por pontos. Não foi detalhado se a decisão é permanente ou se trata de ajuste temporário de custos operacionais.

Impacto para consumidores e entusiastas de milhas

O marketplace era visto como uma das formas mais simples de engordar saldos de programas a cada compra do dia a dia. Especialistas em fidelidade avaliam que o fim da pontuação cria um vácuo no mercado, especialmente para quem concentrava gastos na plataforma em busca de passagens aéreas mais baratas.

Uso de pontos na hora da compra continua

Apesar do corte no acúmulo, usuários Livelo ainda conseguem pagar parte do carrinho com pontos, segundo apuração do portal iG. A funcionalidade, por enquanto, segue em funcionamento — mas pode ser revista a qualquer momento.

E os programas de cashback?

Méliuz, Inter Shop e outras empresas de retorno em dinheiro não se manifestaram até o momento. A Amazon apenas sinalizou que a “categoria de Associados que oferecem cashback” está em pausa, o que sugere possível interrupção futura. Fique de olho em comunicados oficiais nas próximas semanas.

Análise: o que pode vir a seguir

1. A Amazon pode lançar um programa próprio de fidelidade, integrado ao Prime, replicando o modelo dos EUA.
2. Concorrentes, como Mercado Livre e Magalu, tendem a usar a brecha para atrair usuários fissurados em milhas.
3. Cartões de crédito com sistema “compra tudo e vira milha” ganham relevância, já que retêm o benefício sem depender do site.

Tabela – Ações recomendadas para quem quer continuar acumulando milhas

Passo Como fazer Nível de dificuldade
Migrar compras para parceiros que pontuam Preferir lojas ligadas a Latam Pass, TudoAzul e Smiles Médio
Usar cartões co-branded Emitir cartões com acúmulo direto na companhia aérea Fácil
Monitorar promoções de transferência bonificada Aproveitar bônus de 30% a 100% entre bancos e programas Médio
Apostar em clubes de pontos Assinar planos mensais para turbinagem de saldo Baixo

Perguntas frequentes

Posso acumular pontos se comprar pela Alexa?
Não. A restrição vale para qualquer canal de compra da Amazon.

A mudança afeta a assinatura Prime?
Não. Frete grátis, Prime Video e demais benefícios continuam iguais.

Meus pontos antigos serão cancelados?
Não há risco de expiração antecipada. Apenas deixarão de crescer com novas compras.

O uso de pontos Livelo para pagar pedidos pode acabar?
Existe essa possibilidade, já que a Amazon fala em “pausa” geral. A recomendação é usar o benefício enquanto está ativo.

Para mais novidades e guias completos sobre consumo, milhas e tecnologia, acompanhe o Portal de Tecnologia D&Blog.

Monitores curvos em 2026: veja 10 opções que turbinaram a jogatina e o trabalho

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Os monitores curvos deixaram de ser novidade e, em 2026, já se firmaram como objeto de desejo para gamers, criadores de conteúdo e profissionais que precisam de mais área de trabalho. Selecionamos dez aparelhos que se destacaram no Brasil em abril de 2026 e merecem atenção pela combinação de preço, recursos e avaliações de quem já comprou.

Por que todo mundo fala em tela curva?

O formato curvo expande o campo de visão e diminui a distorção nas bordas, entregando sensação de imersão que as telas planas não alcançam. Isso vale tanto para jogos de tiro quanto para planilhas extensas ou linhas de tempo em softwares de edição.

Top 10 monitores curvos de 2026

1. Concórdia CZ270F – R$ 723
27″, Full HD, 75 Hz* | Ideal para setups de entrada.
Prós: tela grande, preço baixo.
Contras: sem áudio nem USB; painel básico.

2. Acer ED273 – R$ 881
27″, Full HD, até 144 Hz | Foco em e-sports sem estourar o orçamento.
Prós: 144 Hz, FreeSync.
Contras: painel VA inferior ao IPS em ângulo de visão.

3. Samsung Odyssey G5 LS27CG552 – R$ 1.080
27″, QHD, 165 Hz | Curvatura 1000 R para máxima imersão.
Prós: QHD e 165 Hz pelo preço.
Contras: relatos de ghosting em jogos rápidos.

4. AOC AGON C27G4Z/P – R$ 1.157
27″, Full HD, 300 Hz | Para quem vive de competitivo.
Prós: 300 Hz e stand ajustável.
Contras: requer ativar 300 Hz manualmente; cabo limita a 280 Hz.

5. Safe Gamer MU030 – R$ 1.195
30″, Wide Full HD, 200 Hz | Wide barato para multitarefa.
Prós: tela ampla e 200 Hz.
Contras: sem USB; casos de dead pixel.

6. HQ 34C16 – R$ 2.047
34″, WQHD, 165 Hz | Bom equilíbrio entre preço e imersão.
Prós: 34″ e WQHD.
Contras: ghosting e saturação intensa.

7. LG UltraGear 34GP63A-B – R$ 2.079
34″, WQHD, 160 Hz | Ultrawide com 99 % sRGB.
Prós: qualidade de cor; som integrado.
Contras: ghosting típico de VA; sem USB.

8. Dell Alienware AW3225DM – R$ 4.199
31,5″, WQHD, 180 Hz | Linha premium Alienware.
Prós: HDR 400, alta fluidez.
Contras: preço salgado; painel VA.

9. LG UltraGear 45GS95QE-B – R$ 7.823
45″, OLED, 240 Hz | Pretos infinitos para quem pode investir.
Prós: OLED, 0,03 ms, curvatura 800 R.
Contras: não traz alto-falantes; valor elevado.

10. Samsung Odyssey G9 LS49CG930 – R$ 8.499
49″, Dual QHD, 240 Hz | O “cockpit” definitivo.
Prós: painel OLED, HDR True Black 400, som embutido.
Contras: requer GPU potente; relatos de problemas no acabamento.

*Taxa de 75 Hz informada pelo fabricante.

Tabela comparativa rápida

Modelo Tamanho Resolução Hz Preço (abr/26)
Concórdia CZ270F 27″ Full HD 75 R$ 723
Acer ED273 27″ Full HD 144 R$ 881
Samsung G5 LS27CG552 27″ QHD 165 R$ 1.080
AOC AGON C27G4Z/P 27″ Full HD 300 R$ 1.157
Safe Gamer MU030 30″ Wide FHD 200 R$ 1.195
HQ 34C16 34″ WQHD 165 R$ 2.047
LG 34GP63A-B 34″ WQHD 160 R$ 2.079
Dell AW3225DM 31,5″ WQHD 180 R$ 4.199
LG 45GS95QE-B 45″ WQHD 240 R$ 7.823
Samsung G9 LS49CG930 49″ Dual QHD 240 R$ 8.499

Como escolher o modelo certo?

  • Jogos competitivos: priorize 165 Hz ou mais e resposta de 1 ms ou menor.
  • Criação de conteúdo: busque cobertura ampla de cores (sRGB/Adobe RGB) e, se possível, HDR.
  • Multitarefa: telas ultrawide (21:9) ou super ultrawide (32:9) facilitam dividir janelas.
  • Orçamento apertado: Full HD ainda serve para quem joga em 1080p e quer gastar pouco.
  • Conectividade: verifique se há HDMI 2.1, DisplayPort 1.4 e USB-C conforme sua placa de vídeo ou notebook.

Perguntas frequentes (FAQ)

Taxa de atualização alta faz diferença fora dos games?
Sim. Rolagem de páginas, edição de vídeo e até movimentação de janelas ficam mais suaves.

Monitor curvo causa desconforto visual?
A maioria das pessoas se adapta em poucos dias; o importante é manter a distância recomendada (aprox. 60 cm em monitores de 27″).

Ultrawide substitui dois monitores?
Para a maior parte dos usos, sim. No entanto, softwares muito antigos podem não reconhecer resoluções 21:9.

Preciso de GPU topo de linha para QHD ou 4K?
Para jogos em 144 Hz ou mais, sim. Para produtividade, placas intermediárias dão conta.

Conclusão rápida

De R$ 723 a quase R$ 9 mil, há um monitor curvo para cada perfil. Quem busca o melhor custo-benefício pode começar no Concórdia CZ270F ou subir para o Odyssey G5, enquanto entusiastas de imagem encontrarão no LG 45GS95QE-B e no Odyssey G9 experiências próximas a “cinema pessoal”. Analise resolução, taxa de atualização e tamanho antes de clicar em comprar.

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Meta demite centenas e realoca equipes para acelerar investimentos em inteligência artificial

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A Meta iniciou, nesta semana, uma nova leva de demissões que atinge centenas de profissionais em diversos departamentos  de operações globais a vendas, passando pelo Facebook e pela divisão de realidade virtual Reality Labs. O enxugamento faz parte da estratégia do CEO Mark Zuckerberg de deslocar orçamento e talentos para projetos de inteligência artificial (IA).

Segundo fontes internas, parte dos colaboradores dispensados recebeu a opção de migrar para outras funções dentro da própria companhia, contanto que aceitassem trabalhar remotamente ou, em alguns casos, mudar de cidade. Ainda assim, o clima é de incerteza, já que cortes adicionais continuam em avaliação.

Por que a Meta está cortando agora?

A empresa vive uma reestruturação global desde o ano passado para competir com gigantes como OpenAI, Google e Anthropic. A ordem é priorizar:

  • Modelos de linguagem de grande porte (large language models)
  • Ferramentas de IA generativa integradas ao Facebook, Instagram e WhatsApp
  • Dispositivos vestíveis, como óculos inteligentes com recursos de realidade aumentada

Em janeiro, a Meta já havia dispensado mais de 1.000 funcionários ligados ao Reality Labs — cerca de 10% da unidade responsável pelos headsets Quest e pela plataforma Horizon Worlds. Agora, o redirecionamento de verbas indica que o famoso “metaverso” deixou de ser a prioridade absoluta.

Impacto nos negócios

A companhia também estuda novos pacotes de remuneração em ações para reter executivos-chave. O incentivo só terá valor se metas agressivas forem alcançadas, uma jogada para alinhar a liderança aos objetivos de IA e, ao mesmo tempo, segurar talentos em um mercado aquecido.

Analistas de Wall Street enxergam a movimentação como um sinal de foco disciplinado em eficiência. No entanto, alertam: cortes muito profundos podem minar a moral interna e atrasar entregas importantes, sobretudo em hardware.

Perguntas frequentes

1. Quantos funcionários foram demitidos desta vez?
A Meta não divulgou números oficiais, mas fontes falam em “centenas” de cortes espalhados por várias áreas.

2. As demissões afetam serviços como Facebook e Instagram?
Sim. Equipes de produto e vendas ligadas às redes sociais também foram impactadas, mas os aplicativos continuam operando normalmente.

3. O metaverso acabou?
Não exatamente. O Reality Labs segue ativo, porém com orçamento menor. A prioridade agora é IA.

4. Há vagas abertas na Meta?
Sim, mas focadas em ciência de dados, engenharia de IA e projetos de realidade aumentada.

Tabela rápida: vale comprar ações da Meta agora?

Cenário Ponto positivo Ponto de atenção
Crescimento em IA Investimentos robustos podem gerar novos fluxos de receita Competição com players já consolidados
Redução de custos Margens podem melhorar no curto prazo Risco de perda de talentos e atrasos em P&D
Ações a caminho de novas máximas Expectativa de lucros maiores em 2025 Valuation elevado exige execução impecável

Nota do autor: este quadro é meramente educativo e não constitui recomendação de investimento.

A guinada da Meta reforça um movimento abrangente no setor de tecnologia: quem não redirecionar verba para IA agora corre o risco de virar coadjuvante em poucos anos. A diferença é que Zuckerberg, que apostou pesado no metaverso, precisa provar a investidores que consegue virar o leme rapidamente  sem naufragar a tripulação.

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MacBook Neo ou Air M1: veja qual modelo faz mais sentido para comprar em 2026

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O recém-chegado MacBook Neo desembarcou no Brasil em 2026 com a promessa de ser a porta de entrada mais barata para o macOS. Do outro lado, o MacBook Air M1  lançado em 2020 e ainda campeão de vendas no Mercado Livre  continua atraindo quem busca desempenho sólido e preço em conta. A seguir, colocamos as duas máquinas frente a frente para ajudar você a decidir onde investir seu dinheiro.

Ficha técnica resumida

MacBook Neo
• Chip A18 Pro (3 nm, Neural Engine de 35 TOPS)
• 8 GB de RAM LPDDR5X
• SSD de 256 GB ou 512 GB
• Tela Liquid Retina de 13” (2408 × 1506, 500 nits, sRGB)
• Bateria de 36,5 Wh — até 16 h de vídeo
• 1× USB-C 3 (10 Gb/s) + 1× USB-C 2 (480 Mb/s) + P2
• Webcam 1080p
• Preço oficial: a partir de R$ 6.569 (R$ 6.199 no plano educacional)

MacBook Air M1
• Chip Apple M1 (8 CPU + 7 GPU, Neural Engine 11 TOPS)
• 8 GB ou 16 GB de RAM LPDDR4X
• SSD de 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
• Tela Retina IPS de 13,3” (2560 × 1600, 400 nits, P3 + True Tone)
• Bateria de 49,9 Wh — até 18 h de vídeo
• 2× Thunderbolt 3 (40 Gb/s) + P2
• Webcam 720p
• Preço médio no varejo: cerca de R$ 6.631 (Mercado Livre)

Design e construção

O Neo pesa 1,23 kg, usa alumínio 100 % reciclado e tem quatro opções de cor (Rosa, Índigo, Prata e Cítrico). Para cortar custos, perdeu o teclado retroiluminado e o trackpad Force Touch — o sensor Touch ID só existe no modelo de 512 GB.

O Air M1, com 1,29 kg, mantém o chassi unibody em alumínio e traz teclado iluminado, trackpad tátil e Touch ID em todas as versões. Fisicamente, ainda entrega a experiência mais completa.

Tela

Embora o Neo alcance 500 nits, sua tela cobre apenas o espaço sRGB. Já o Air M1 ostenta gama P3, densidade de 227 ppi e recurso True Tone, o que faz diferença para quem edita fotos ou passa horas diante do notebook.

Desempenho

Nos testes do Geekbench 6, o Neo anota cerca de 3.535 pontos em single-core, contra 2.347 do M1 — ganho de 45 % em tarefas rápidas. Em multi-core, a distância cai (8.920 vs. 8.342). O A18 Pro ainda habilita ray tracing por hardware e executa IA local três vezes mais rápido.

O Air M1, porém, sustenta clocks altos por mais tempo graças ao conjunto térmico mais folgado, agradando quem compila código ou renderiza vídeos longos.

Bateria

Mesmo seis anos mais velho, o Air M1 aguenta cerca de uma hora extra na navegação diária (14 h 41 min contra 13 h 28 min do Neo, com 150 nits de brilho). Ele também aceita carregadores de até 45 W. O Neo retribui com compatibilidade universal de até 30 W via USB-C comum, ideal para quem já carrega fonte de iPhone ou power bank.

Portas e conectividade

O Air M1 leva vantagem com duas Thunderbolt 3 a 40 Gb/s e suporte a monitores 6K. O Neo traz apenas uma USB-C 3 e outra USB-C 2, limitando velocidades e exigindo hubs para quem depende de SSDs externos. Por outro lado, o modelo novo possui Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0 e webcam Full HD.

Preço, suporte de software e custo por ano

O Neo sai da loja com garantia de fábrica, zero ciclos de bateria e promessa de atualizações do macOS até ~2032. O Air M1 deve receber updates só até 2027/2028. Dividindo o valor pelo tempo de suporte, o Neo custa menos de R$ 820 por ano (8 anos), enquanto o Air M1 fica perto de R$ 1.325 por ano (5 anos).

para quem é cada modelo?

MacBook Neo: recomendado para quem precisa de IA acelerada, quer garantia longa e aceita abrir mão de portas Thunderbolt e teclado iluminado.
MacBook Air M1: indicado a fotógrafos, editores e usuários que valorizam tela P3, melhor ergonomia e conexões Thunderbolt, mesmo sabendo que o suporte de software terminará mais cedo.

Tabela de compra rápida

Cenário de uso Modelo sugerido Por quê?
Estudos, navegação e IA local MacBook Neo A18 Pro rápido em single-core e IA, preço educacional mais baixo
Edição de fotos/vídeos e periféricos rápidos MacBook Air M1 Tela P3, duas Thunderbolt 3 e teclado iluminado
Longevidade e revenda MacBook Neo Suporte de macOS até 2032 garante maior valor de revenda
Bateria no dia inteiro sem tomada MacBook Air M1 Bateria maior proporciona autonomia real mais longa

Perguntas frequentes (FAQ)

O Neo realmente é mais barato que o Air M1 no Brasil?
Na loja oficial, sim. Contudo, o Air M1 aparece em promoções no mercado paralelo e pode custar menos em períodos de desconto.

Vale a pena pegar a versão de 16 GB do Air M1?
Para edição de vídeo em 4K, virtualização ou produção musical, os 16 GB fazem diferença, mas encarecem o modelo e reduzem o “desconto” frente ao Neo.

Posso usar carregador de iPhone no Neo?
Pode, mas a recarga será lenta (20 W). O ideal é um adaptador USB-C de 30 W para manter a velocidade oficial.

O Air M1 vai parar de funcionar quando acabar o suporte?
Não. Ele continuará operando, porém deixará de receber recursos novos e correções de segurança.

Existe risco de o Neo ter throttling térmico?
Sim, sob carga pesada prolongada o A18 Pro reduz até 20 % da performance algo perceptível só em renderizações longas.

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TCL passa a comandar a produção das TVs Sony em nova joint venture Bravia Inc.

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A Sony Corporation oficializou nesta terça-feira (31) um acordo definitivo com a chinesa TCL Electronics para criar a Bravia Inc., empresa que ficará responsável por todo o negócio global de áudio e vídeo da marca japonesa.

Pelo contrato, a TCL deterá 51 % do capital da nova companhia, enquanto a Sony permanecerá com os 49 % restantes. A sede da Bravia Inc. será em Tóquio, mas a operação reunirá fábricas, centros de P&D e cadeias de suprimento espalhadas pela Ásia.

Quando a mudança entra em vigor?

O cronograma prevê que a Bravia Inc. comece a atuar comercialmente em abril de 2027, depois de obter todas as aprovações regulatórias internacionais. Até lá, a produção segue o modelo atual, sem impacto imediato para consumidores ou lojistas.

O que muda para o consumidor?

Nada no curto prazo. As TVs e equipamentos de áudio continuarão a carregar as marcas Sony e Bravia. A expectativa é que a união gere modelos mais avançados, resultado da combinação entre o know-how de processamento de imagem da Sony e a expertise da TCL em painéis de última geração, logística e redução de custos.

Investimento bilionário e fábricas envolvidas

Para assumir o controle da joint venture, a TCL aportará cerca de 75,4 bilhões de ienes (aproximadamente R$ 2,5 bilhões). O valor inclui a compra integral da unidade Sony EMCS, na Malásia, hoje principal polo de manufatura de TVs e equipamentos de áudio da Sony. Negociações paralelas seguem abertas para definir o futuro da planta chinesa Shanghai Suoguang Visual Products (SSVE).

Comando dividido

O conselho administrativo refletirá a nova divisão acionária. O cargo de CEO ficará com Kazuo Kii, atualmente vice-presidente executivo da Sony. Já a presidência do conselho será ocupada por Juan Du, chairwoman da TCL, responsável por ampliar canais de venda e acelerar a expansão do portfólio.

Além da TV da sala

O acordo engloba não só televisores, mas também telas corporativas, painéis LED comerciais, projetores e sistemas de som doméstico. A meta declarada é disputar liderança em todos esses segmentos, unindo pesquisa, design e escala industrial.

Visão de mercado

Especialistas enxergam a parceria como um passo natural diante da pressão de concorrentes sul-coreanos e do crescimento dos fabricantes chineses. A Sony reduz riscos e preserva sua marca premium; a TCL ganha prestígio e acesso direto a tecnologias proprietárias de processamento de imagem.

Tabela rápida: vale comprar ações agora?

Empresa Vantagens do acordo Riscos Perfil de investidor indicado
TCL Electronics
(HKSE: 1070)
Expansão global, marca premium, sinergia de produção Integração cultural, custos de aquisição
regulação internacional
Moderado a arrojado
Sony Group Corp.
(NYSE: SONY)
Redução de CAPEX, foco em games/filmes, royalties de tecnologia Perda de controle total da fabricação, dependência da parceira Moderado

Atenção: esta tabela tem caráter informativo e não constitui recomendação de investimento. Procure sempre um analista certificado antes de negociar ações.

Perguntas frequentes

• As TVs Sony vão sumir das lojas?
Não. A marca Sony continua; a fabricação e desenvolvimento é que passam para a Bravia Inc.

• O preço dos aparelhos deve cair?
Com a escala da TCL, é possível que custos de produção diminuam, mas a estratégia de preço ainda não foi detalhada.

• Outros produtos da Sony serão afetados?
Não. Consoles PlayStation, câmeras Alpha e a divisão de filmes permanecem fora do acordo.

Conclusão

O movimento consolida uma tendência: gigantes tradicionais unem forças a grandes fabricantes asiáticos para manter relevância tecnológica e competitiva. Se der certo, o consumidor deve ganhar em inovação e, quem sabe, em preço. Resta acompanhar os próximos capítulos até 2027.

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Cinco notebooks gamer que valem cada centavo em abril de 2026

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Escolher um notebook gamer em 2026 continua sendo um exercício de paciência: são dezenas de lançamentos, preços que mudam diariamente e fichas técnicas cheias de siglas. Para facilitar a vida de quem quer jogar sem sustos, reunimos cinco modelos que entregam bom retorno pelo investimento neste mês de abril. Há opções que cabem em orçamentos enxutos, máquinas intermediárias equilibradas e um verdadeiro “monstro” para quem busca desempenho de ponta.

Por que estes cinco modelos?

Todos os aparelhos listados foram pesquisados no varejo online brasileiro em abril de 2026. Levamos em conta preço, desempenho bruto (CPU + GPU), qualidade de tela, memória, armazenamento e, claro, o que usuários reais vêm relatando nos reviews.

1. Lenovo LOQ-e (83ME0007BR) — a partir de R$ 5.309

Entrada acessível para quem quer se aventurar no mundo gamer sem estourar o limite do cartão.

  • Processador: Intel Core i5-12450HX
  • Placa de vídeo: NVIDIA RTX 3050
  • Memória: 16 GB DDR5
  • Armazenamento: 512 GB SSD
  • Tela: 15,6″ Full HD, 144 Hz

Prós: design atualizado, tela fluida, preço agressivo. Contras: bateria modesta, relatos de aquecimento prolongado.

2. ASUS TUF Gaming F16 (FX607VU-RL053W) — a partir de R$ 7.005

Modelo que casa bem com quem joga títulos competitivos em 1080p com tudo no alto.

  • Processador: Intel Core 5 210H
  • Placa de vídeo: NVIDIA RTX 4050
  • Memória: 16 GB
  • Armazenamento: 512 GB SSD
  • Tela: 16″ Full HD+, 144 Hz

Prós: roda praticamente todos os jogos atuais com folga, bom custo-benefício. Contras: teclado recebe críticas e alguns usuários relatam desgaste prematuro do chassi.

3. VAIO FH15 (VJFH52F11X-B3111H) — a partir de R$ 7.299

Para quem valoriza upgrades fáceis e prefere um sistema operacional livre logo de fábrica.

  • Processador: Intel Core i7-13620H
  • Placa de vídeo: NVIDIA RTX 4050
  • Memória: 16 GB DDR5 (expansível a 64 GB)
  • Armazenamento: 1 TB SSD (pode chegar a 4 TB)
  • Tela: 15,6″ IPS Full HD, 144 Hz
  • Sistema: Linux

Prós: leve, bateria convincente, fácil de ampliar RAM e SSD. Contras: aquece sob carga pesada e o RGB do teclado pode dar trabalho na configuração.

4. ASUS TUF Gaming A15 (FA506NCR-HN088W) — a partir de R$ 7.699

Opção ideal para quem prefere processador AMD sem abrir mão de design sóbrio.

  • Processador: AMD Ryzen 7 7435HS
  • Placa de vídeo: NVIDIA RTX 3050
  • Memória: 16 GB DDR5
  • Armazenamento: 512 GB SSD
  • Tela: 15,6″ Full HD, 144 Hz

Prós: desempenho consistente, configuração inicial simples, visual discreto. Contras: alto-falantes com volume limitado.

5. Acer Predator Helios Neo (PHN16-73-96SW) — a partir de R$ 13.109

Quando dinheiro não é problema e você quer rodar AAA em ultra com sobra de FPS.

  • Processador: Intel Core Ultra 9 275HX
  • Placa de vídeo: NVIDIA RTX 5070
  • Memória: 32 GB
  • Armazenamento: 1 TB SSD
  • Tela: 16″ IPS WQXGA (2560 × 1600), 240 Hz

Prós: acabamento premium, hardware de última geração, tela de alta definição. Contras: preço salgado e autonomia de bateria curta.

Tabela rápida de comparação

Modelo CPU GPU RAM SSD Tela / Hz Preço (abril / 26)
Lenovo LOQ-e i5-12450HX RTX 3050 16 GB 512 GB 15,6″ / 144 Hz R$ 5.309
ASUS TUF F16 Core 5 210H RTX 4050 16 GB 512 GB 16″ / 144 Hz R$ 7.005
VAIO FH15 i7-13620H RTX 4050 16 GB 1 TB 15,6″ / 144 Hz R$ 7.299
ASUS TUF A15 Ryzen 7 7435HS RTX 3050 16 GB 512 GB 15,6″ / 144 Hz R$ 7.699
Acer Helios Neo Ultra 9 275HX RTX 5070 32 GB 1 TB 16″ / 240 Hz R$ 13.109

Conclusão

O mercado gamer oferece alternativas para praticamente todo tipo de bolso. Se a grana estiver curta, o Lenovo LOQ-e dá conta de jogos populares como Fortnite e Valorant em taxas acima de 100 fps. Já quem exige gráficos no máximo e ray tracing pode se jogar no Predator Helios Neo — sabendo que o carregador será companhia constante. Para perfis intermediários, as linhas TUF da ASUS e o FH15 da VAIO equilibram performance e preço.

Perguntas frequentes (FAQ)

RTX 3050 ainda segura jogos lançados em 2026?
Sim, mas pode ser necessário reduzir texturas e ray tracing em títulos AAA recentes.

Qual a vida útil média de um notebook gamer?
Com bom cuidado térmico, entre 4 e 6 anos, dependendo da evolução dos requisitos dos jogos.

SSD de 512 GB é suficiente?
Para quem joga até três títulos grandes ao mesmo tempo, sim. Caso contrário, considere um SSD externo ou upgrade.

Linux compromete a compatibilidade?
Proton e SteamOS melhoraram bastante o suporte a jogos, mas títulos com anti-cheat proprietário podem falhar.

Insights extras para quem quer acertar na compra

  • Observe a potência do carregador (W). Fontes subdimensionadas limitam o desempenho em jogos pesados.
  • Prefira telas de 144 Hz ou mais. Mesmo com GPU modesta, a fluidez visual faz diferença em MOBAs e FPS.
  • Verifique se há portas M.2 extras; isso barateia upgrades futuros.
  • Fique de olho em promoções relâmpago: preços de notebooks variam de 10% a 25% em poucos dias.

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Tim Cook afirma que Apple continua fiel ao legado de Steve Jobs e defende diálogo com políticos

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Ao comemorar o cinquentenário da Apple, Tim Cook aproveitou uma entrevista à revista Esquire para reforçar que, mesmo meio século depois de fundada, a companhia segue guiada pelos valores de Steve Jobs. O CEO também falou sobre a necessidade de manter conversas com governos de diferentes espectros políticos, incluindo a gestão do ex-presidente Donald Trump.

“Ainda é a empresa dele”, diz Cook

Nascida em 1976, a Apple atingiu 50 anos de existência em 2024 consolidada como uma das marcas mais valiosas do planeta. Questionado sobre o impacto do ex-cofundador, Cook foi direto: “Com certeza, ainda é a empresa dele”. O executivo relembrou que trabalha na companhia desde 1998 e que pensou ver Jobs ocupando o cargo de presidente do conselho indefinidamente. Jobs morreu em 2011, mas, segundo Cook, sua filosofia de “dizer não a mil coisas para focar em uma que brilhe” permanece viva na cultura interna.

Diálogo como antídoto à polarização

Entre as críticas mais frequentes ao atual CEO está a proximidade com Donald Trump durante o mandato do republicano. Cook explica que prefere “sentar à mesa” em vez de evitar líderes que pensam diferente. “Você pode não convencer ninguém, mas precisa ser ouvido”, afirmou. Para ele, a mesma lógica vale em outros países: a Apple busca interlocução constante para defender seus princípios sem mudar de acordo com “o vento político”.

Sucessão ainda distante

À frente da gigante de Cupertino há mais de uma década, o ex-diretor de operações garantiu que não pensa em aposentadoria por enquanto. Embora analistas especulem nomes para sucedê-lo, Cook reiterou que não existe plano formal nem cronograma para deixar o posto.

Debates internos “intensos”

Cook contou que as reuniões para selecionar novos produtos podem surpreender quem observa de fora. São discussões acaloradas que, revela, fazem jus ao mantra de Jobs de filtrar ideias até chegar ao que realmente vale a pena lançar. “Dizer não” continua sendo, para ele, parte indispensável da fórmula de inovação da Apple.

Com a data simbólica de 50 anos, a empresa reforça seu histórico de transformações — do primeiro Macintosh ao iPhone e, mais recentemente, aos chips Apple Silicon. Para Tim Cook, tudo isso ainda carrega a assinatura de Steve Jobs.

Perguntas Frequentes

Quem foi Steve Jobs?
Co-fundador da Apple, visionário responsável por produtos como o Macintosh, o iPod e o iPhone. Faleceu em 2011 devido a complicações de um câncer no pâncreas.

Desde quando Tim Cook trabalha na Apple?
Desde 1998, inicialmente como vice-presidente de Operações Globais. Assumiu o cargo de CEO em 2011.

Por que a Apple conversa com governos, inclusive adversários políticos?
Segundo Cook, para que a empresa participe das discussões regulatórias e reduza a polarização, mantendo seus valores inalterados.

Tim Cook pretende se aposentar?
Não há data definida; o executivo afirma que continua motivado a liderar a companhia.

Tabela rápida: Vale a pena comprar ações da Apple?

(Dados aproximados de mercado em abril/2024 – verifique números atualizados antes de investir)

Indicador Valor Comentário
Preço da ação (AAPL) US$ 170,00 Alta volatilidade recente após resultados trimestrais
Market Cap US$ 2,7 tri Uma das maiores do mundo
P/L (Price/Earnings) 28x Prêmio em relação à média do setor
Dividend Yield 0,5% Baixo, mas consistente
Caixa Livre US$ 100 bi Garante margem para buybacks e P&D
Perspectiva Neutra-positiva Depende do sucesso de IA e novos dispositivos

Insight do editor: O legado de Jobs funciona como bússola cultural, enquanto Cook opera como navegador pragmático. Para investidores, o desafio é equilibrar expectativa de crescimento com múltiplos já elevados.

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Acer Nitro V15 ou Lenovo LOQ-e? Compare preço, ficha técnica e descubra qual notebook gamer vale mais a pena

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Os notebooks gamers de entrada estão cada vez mais presentes no carrinho de compras dos brasileiros, e dois modelos disputam a liderança nesse segmento: Acer Nitro V15 e Lenovo LOQ-e. Ambos contam com GPU GeForce RTX 3050 e processadores Intel Core i5, variando de R$ 4.814 a R$ 5.657 em grandes varejistas online. A seguir, confira um comparativo completo que ajuda a identificar qual equipamento entrega o melhor custo-benefício em abril de 2026.

Ficha técnica lado a lado

Característica Lenovo LOQ-e 15IAX9E Acer Nitro V15 ANV15-51-57WS
Processador Intel Core i5-12450HX Intel Core i5-13420H
GPU Nvidia GeForce RTX 3050 6 GB
Memória RAM 16 GB DDR5 (dual-channel, até 32 GB) 8 GB DDR5 (single-channel, até 32 GB)
Armazenamento SSD 512 GB NVMe
Tela 15,6″ IPS, Full HD, 144 Hz
Bateria 57 Wh + carregamento rápido (50 % em 30 min) 57 Wh
Peso 2,5 kg 2,11 kg
Preço médio* R$ 5.657 R$ 4.814

*Valores consultados em Amazon e Shopee; sujeitos a alteração.

Design e construção

Os dois modelos chegam com carcaça predominante em plástico reforçado, detalhes metálicos e iluminação RGB no teclado. O Nitro V15 pesa 390 g a menos e inclui retroiluminação de fábrica — ponto que agrada quem joga no escuro. No restante, o acabamento é equivalente.

Bateria

Com 57 Wh, qualquer um dos notebooks vai exigir a tomada depois de poucas horas, algo comum em máquinas gamer. Entretanto, o Lenovo LOQ-e sai na frente por oferecer carregamento rápido, recuperando metade da carga em 30 min. Para quem vive entre reuniões e aulas, esse recurso faz diferença.

Performance em jogos

A GPU é idêntica, mas o LOQ-e leva vantagem em FPS pela RAM de 16 GB em dual-channel. O Core i5-12450HX, embora de geração anterior, possui mais energia dedicada a desempenho puro do que o 13420H, focado em eficiência. Resultado: números ligeiramente maiores em títulos competitivos.

Performance em criação de conteúdo

Renderizar vídeos ou projetos 3D exige CPU, GPU e bastante memória. De novo, o LOQ-e domina graças ao dobro de RAM e ao processador voltado a cargas pesadas. O Nitro V15 pode chegar lá, mas só depois de um upgrade que encarece o pacote.

Experiência de uso

Na Amazon, ambas as máquinas somam 4,7 estrelas. Usuários elogiam refrigeração, construção sólida e capacidade de rodar qualquer game recente em Full HD. Queixas mais comuns envolvem a autonomia limitada da bateria — nada fora do esperado para a categoria.

Suporte e garantia

Acer e Lenovo oferecem 12 meses de garantia total (3 meses legais + 9 meses adicionais), desde que o comprador guarde a nota fiscal e evite assistência não autorizada.

Veredicto: qual comprar?

Se a ideia é desembolsar o mínimo possível hoje — e você não se importa em abrir o chassi para colocar outro pente de memória — o Acer Nitro V15 por cerca de R$ 4.800 é racional. Porém, quem busca desempenho pronto-para-uso, recarga rápida e uma folga de alguns anos antes de pensar em upgrade deve considerar o Lenovo LOQ-e, mesmo custando quase R$ 5.700.

Perguntas frequentes

Posso trocar a placa de vídeo no futuro? Não. GPU é soldada à placa-mãe em ambos os casos.
Adicionar RAM invalida a garantia? Apenas se o serviço ocorrer fora da rede autorizada.
É possível jogar em 144 Hz? Sim, mas somente em títulos leves ou competitivos; em AAA pesados o frame-rate fica abaixo de 144 FPS.

Tabela rápida de “ações” antes da compra

Ação Objetivo Impacto no bolso
Pesquisar cupons Reduzir preço final Economia de até 10 %
Checar selo oficial Garantir NF e assistência Evita perda de garantia
Planejar upgrade Prever gasto com RAM ~R$ 200 a R$ 300
Comparar peso Transporte diário Maior conforto

Insights do editor

Com GPUs de próxima geração batendo à porta, modelos como RTX 4050 tendem a baratear as RTX 3050. Vale ficar de olho em promoções sazonais — especialmente entre maio e julho, quando fabricantes renovam estoque.

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