6.6 C
Londres
sexta-feira, abril 24, 2026
Home Blog

Acionistas da Warner dão sinal verde para venda de US$ 111 bilhões à Paramount Skydance

0

Quem? Os acionistas da Warner Bros. Discovery.

O quê? Aprovaram a oferta de aquisição feita pela Paramount Skydance, avaliada em US$ 111 bilhões (cerca de R$ 552 bilhões na cotação atual).

Quando? A votação ocorreu nesta semana. Caso passe pelo crivo regulatório, a transação deve ser concluída até o fim de setembro.

Onde? O processo envolve autoridades dos Estados Unidos e de outros países onde as duas companhias operam.

Como? A aprovação aconteceu em assembleia virtual; agora, a bola está com órgãos reguladores como a Federal Trade Commission (FTC) e a Securities and Exchange Commission (SEC).

Por quê? A fusão cria um dos maiores grupos de mídia e entretenimento do planeta, reunindo marcas de peso como CNN, HBO, TNT, DC Comics, Discovery e o próprio estúdio Paramount.

Próximos passos

Apesar do aval dos acionistas, a aquisição ainda precisa ser analisada por reguladores antitruste. Executivos das duas empresas estimam que esse trâmite seja encerrado até o fim de setembro.

Disputa de bastidores

A venda encerra uma longa novela. Em dezembro de 2025, a Warner já havia negociado um acordo de US$ 83 bilhões com a Netflix. Meses depois, a Paramount Skydance entrou na disputa e apresentou uma proposta mais alta, conquistando o apoio dos principais investidores.

Bônus bilionário é rejeitado

Na mesma assembleia, acionistas votaram contra o pagamento de bônus extraordinários à atual cúpula da Warner. O presidente David Zaslav poderia embolsar até US$ 887 milhões (aproximadamente R$ 4,4 bilhões). A decisão final sobre o tema, contudo, será tomada pelo conselho de administração.

Efeito nos streamings

Para o consumidor, a maior dúvida está no futuro de HBO Max e Paramount+. Em março de 2026, David Ellison, CEO da Paramount Skydance, sugeriu aos investidores que os dois catálogos podem ser fundidos. Nenhum detalhe sobre preços foi revelado, mas analistas temem que a redução de opções pressione valores para cima.

Hoje, o plano mais barato da HBO Max (Básico com Anúncios) custa R$ 29,90 mensais; a última alta, em agosto de 2025, foi de até 21,2%. Já o Paramount+ sofreu reajuste em fevereiro de 2026 e parte de R$ 34,90 mensais, aumento de até 29% sobre a tabela anterior.

O que muda para cada marca

  • CNN: sinergia com o canal CBS e possível expansão de conteúdo noticioso em streaming.
  • HBO: chance de catálogo cruzado com franquias como Missão Impossível e Top Gun.
  • DC Comics: reforço financeiro para competir com o universo Marvel da Disney.
  • Discovery e TNT: deve ganhar calendário esportivo ampliado, alinhado a transmissões da Paramount.

Conclusão: um superestúdio na era dos megastreamings

Se a compra for confirmada, Warner + Paramount se tornará um conglomerado com musculatura para brigar de frente com Disney e Netflix. O lado bom é um catálogo vasto; o lado ruim pode ser menos concorrência e, possivelmente, mensalidades mais salgadas. Tudo ainda depende da palavra final dos reguladores.

Perguntas frequentes

  1. A assinatura da HBO Max vai subir? Ainda não há anúncio oficial. Rumores apontam para mudanças somente após a fusão ser concluída.
  2. O Paramount+ vai desaparecer? A tendência é de integração total ou parcial, mas nada foi confirmado.
  3. Quando saberei se a compra foi aprovada? A expectativa é de um parecer definitivo até setembro.
  4. As marcas CNN e DC Comics continuam existindo? Sim. A troca de controle não altera, a princípio, os nomes nem a linha editorial.

Tabela rápida: o que observar antes de comprar ações

Empresa Ticker (EUA) Ponto de atenção Resumo de risco
Paramount Global PARA Integração operacional pós-fusão Dívida elevada e competição feroz no streaming
Warner Bros. Discovery* WBD Prêmio de aquisição e processo regulatório Volatilidade alta até a concretização da oferta
Netflix NFLX Perda potencial de conteúdo licenciado Base de assinantes estável, mas crescimento moderado
Disney DIS Reação estratégica ao novo concorrente Receita diversificada, mas parques ainda sensíveis a crises

*A ação da Warner tende a sair do pregão após a incorporação, caso o negócio seja aprovado.

Este quadro tem caráter informativo e não constitui recomendação de investimento.

Quer continuar acompanhando os desdobramentos dessa megafusão e outras novidades do mercado de tecnologia e mídia? Visite diariamente o nosso Portal D&Blog e fique por dentro!

6 celulares com câmera boa e preço de até R$ 1.500 para comprar em 2026

0

Encontrar um smartphone que entregue fotos dignas de redes sociais sem estourar o orçamento não precisa ser missão impossível. Marcas como Samsung, Motorola e Xiaomi já oferecem modelos abaixo de R$ 1.500 que combinam sensores de boa resolução, gravação em 4K ou estabilização óptica de imagem (OIS). A lista a seguir reúne seis opções que devem aparecer com frequência nas vitrines — ou nos carrinhos dos e-commerces — ao longo de 2026.

Como escolhemos

Todos os aparelhos abaixo foram filtrados por três critérios objetivos:

  • preço médio praticado de até R$ 1.500;
  • sensor principal de pelo menos 50 MP (ou 12 MP no caso do iPhone 11, devido ao histórico de qualidade);
  • recursos extras relevantes para fotografia, como OIS, modo noturno ou gravação 4K.

1. Redmi 15C 4G

Ponto forte: sensor principal de 50 MP por menos de R$ 800.
Limitações: grava apenas em Full HD e não possui OIS.

2. Moto G35

Ponto forte: filma em 4K @ 30 fps, algo raro na faixa de preço.
Limitações: lente ultrawide modesta de 8 MP.

3. Galaxy A17 5G

Ponto forte: estabilização óptica de imagem, decisiva para fotos noturnas.
Limitações: vídeos restritos a Full HD @ 30 fps.

4. Redmi Note 15

Ponto forte: sensor de 108 MP e vídeos em Full HD @ 60 fps.
Limitações: ausência de OIS.

5. Galaxy A36 5G

Ponto forte: OIS e gravação em 4K @ 30 fps.
Limitações: acabamento em plástico e sem carregamento sem fio.

6. Moto G86

Ponto forte: câmera frontal de 32 MP que grava em 4K.
Limitações: preço costuma ficar próximo do teto de R$ 1.500.

Bônus: iPhone 11 (usado)

Mesmo lançado em 2019, o iPhone 11 continua entregando fotos superiores graças ao Modo Noite e ao processamento de imagem da Apple. Nos marketplaces de usados, o modelo já aparece por cerca de R$ 1.500, mas vale checar a saúde da bateria antes de fechar negócio.

Tabela comparativa rápida

Modelo Sensor principal OIS Vídeo máx. Bateria Preço médio*
Redmi 15C 50 MP Não Full HD @ 30 fps 6.000 mAh R$ 800
Moto G35 50 MP Não 4K @ 30 fps 5.000 mAh R$ 1.100
Galaxy A17 5G 50 MP Sim Full HD @ 30 fps 5.000 mAh R$ 1.200
Redmi Note 15 108 MP Não Full HD @ 60 fps 6.000 mAh R$ 1.400
Galaxy A36 5G 50 MP Sim 4K @ 30 fps 5.000 mAh R$ 1.450
Moto G86 50 MP Sim 4K @ 30 fps 5.200 mAh R$ 1.500

*Preços consultados em marketplaces no início de 2026; podem variar conforme promoções.

Conclusão

Para quem prioriza fotos estáveis e nítidas, o Galaxy A17 5G entrega OIS com preço agressivo. Já quem precisa do 4K tanto na traseira quanto na frontal, o Moto G86 é a escolha mais completa — se couber no orçamento. Usuários que só precisam de um “quebra-galho” barato para redes sociais devem ficar satisfeitos com o Redmi 15C.

Perguntas frequentes

Qual é o melhor custo-benefício geral?
Galaxy A36 5G equilibra OIS, 4K e tela AMOLED de 120 Hz.

Existe celular abaixo de R$ 1.000 que grave em 4K?
Só o Moto G35 chega perto, mas costuma ficar um pouco acima desse valor em promoções.

Mais megapixels significam fotos melhores?
Nem sempre. Processamento de imagem, tamanho do sensor e presença de OIS pesam mais no resultado final do que o número de MP isolado.

Quer mais dicas de tecnologia? Visite o portal D&Blog e receba nossas análises completas em primeira mão.

Galaxy A56 de 256 GB despenca 45% no app Magalu e chega ao menor preço do ano

0

O smartphone Galaxy A56 com 256 GB de armazenamento apareceu nesta quinta-feira com seu valor mais agressivo de 2026: R$ 1.908,95 para pagamentos via Pix no aplicativo do Magazine Luiza. O desconto, liberado pelo cupom BLACKAPPTN, representa corte de 45% sobre o preço de lançamento de R$ 3.499.

O que vem no pacote

Posicionado pela Samsung como opção custo-benefício, o Galaxy A56 combina tela Super AMOLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho que chega a 1.900 nits. O display protegido por Gorilla Glass Victus+ promete maior resistência a riscos e impactos.

O coração do aparelho é o novo Exynos 1580 (4 nm), auxiliado por 8 GB de RAM. Segundo testes publicados pelo Tecnoblog, a dupla lida sem sufoco com multitarefa, apps populares e títulos casuais. Já os 256 GB internos sobram para quem guarda muitas fotos e vídeos.

A construção traz moldura de alumínio, tampa traseira em vidro Victus+ e certificação IP67, garantindo proteção contra poeira e mergulhos de até 1 m por 30 min.

Conjunto de câmeras

A câmera principal soma 50 MP e estabilização óptica (OIS). Ela faz par com ultrawide de 12 MP (123°), macro de 5 MP e frontal de 12 MP. Todos os sensores filmam em 4K, o que não é comum na faixa de preço.

Bateria e conexões

Com 5.000 mAh, a Samsung estima até 29 h de streaming de vídeo. O telefone aceita carregadores de 45 W via USB-C (o adaptador não acompanha a caixa). Em conectividade, há 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação.

Suporte de software

O dispositivo já roda o Android 16 e tem direito a mais cinco grandes atualizações, alinhado à nova política de suporte prolongado da marca.

Por que vale a pena?

Motivos para comprar agora Motivos para esperar
Maior queda de preço do ano (45%)
Hardware equilibrado para uso diário
Tela grande, brilhante e fluida
Promessa de 5 anos de updates
Carregador rápido vendido à parte
Exynos pode ficar atrás de rivais Snapdragon em jogos pesados
Galaxy A57 deve surgir em 2027 com novo chip

Perguntas frequentes

O cupom BLACKAPPTN funciona no site?
Não. O código é válido somente dentro do aplicativo do Magazine Luiza.

Preciso escolher Pix para ter o desconto?
Sim. O preço de R$ 1.908,95 aparece apenas para pagamento instantâneo via Pix.

Qual a diferença do Exynos 1580 para o 1380?
O 1580 é fabricado em processo de 4 nm, traz núcleos mais recentes e promessa de 20-25% de ganho em eficiência energética.

O IP67 protege contra água do mar?
A certificação cobre água doce. Exposição a água salgada pode corroer os conectores.

O carregador de 45 W vem na caixa?
Não; a Samsung inclui apenas cabo USB-C. O adaptador rápido é adquirido separadamente.

Conclusão

Com o valor abaixo de R$ 2 mil, o Galaxy A56 se torna uma das propostas mais competitivas para quem busca tela premium, câmeras versáteis e longa vida útil de software sem estourar o orçamento. Se o foco for desempenho bruto em games, há alternativas com Snapdragon. Fora isso, a oferta é difícil de ignorar.

Quer acompanhar mais promoções como essa e análises completas de produtos? Visite o nosso Portal de Tecnologia D&Blog e fique por dentro das novidades.

Sete celulares com bateria de 7.000 mAh que chegarão ao Brasil em 2026

0

Se depender dos lançamentos já confirmados para 2026, ficar sem carga no meio do dia pode virar coisa do passado. Marcas como Realme, Jovi e Oppo preparam smartphones equipados com baterias de pelo menos 7.000 mAh, prometendo até três dias longe da tomada e recargas cada vez mais velozes. A seguir, conheça os sete modelos que devem desembarcar oficialmente no país, saiba quanto tempo cada um leva para recarregar e veja um comparativo completo.

Os 7 smartphones de 7.000 mAh para ficar de olho

Modelo Processador Tela Bateria / W Destaque extra
Realme C85 4G Snapdragon 685 6,8″ 144 Hz 7.000 mAh / 45 W Certificação militar e recarga reversa
Jovi Y31 Snapdragon 6s Gen 2 6,75″ 120 Hz 7.200 mAh / 44 W Proteção IP69+ e bateria de silício-carbono
Jovi V70 Dimensity 7360 Turbo 6,83″ 120 Hz 7.000 mAh / 90 W Câmera ultra-wide de 200 MP
Oppo A6 Pro 5G Dimensity 6300 6,57″ 90 Hz 7.000 mAh / 80 W Autonomia em stand-by de até 31 dias
Realme 15 Pro Snapdragon 7 Gen 4 6,8″ 120 Hz 7.000 mAh / 80 W Chip dedicado para saúde da bateria
Realme GT 7 Dimensity 9400e 6,78″ 144 Hz 7.000 mAh / 120 W Selo TÜV de segurança de bateria
Oppo Find X9 Pro Dimensity 9500 6,78″ 120 Hz 7.500 mAh / 80 W Carregamento sem fio de 50 W

Por que 7.000 mAh virou o novo “padrão-turbo”?

Até pouco tempo, 5.000 mAh era considerado generoso. A chegada de chipsets mais potentes e telas de alta frequência elevou o apetite energético e, em resposta, os fabricantes ampliaram a capacidade sem engordar muito o aparelho graças às baterias de silício-carbono. Na prática, isso significa:

  • Autonomia real de 40 h a 72 h, dependendo do uso;
  • Ciclos de recarga mais espaçados, prolongando a saúde da bateria;
  • Suporte obrigatório a carga rápida — abaixo de 80 W, os usuários já consideram “lento”.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quantas horas dura um celular de 7.000 mAh?

Em cenário moderado (redes sociais, streaming e navegação), espere entre dois e três dias. Jogos pesados podem reduzir para 10 h-12 h contínuas.

Essas baterias degradam mais rápido?

O volume maior dilui os ciclos, mas a química silício-carbono exige um gerenciamento térmico rigoroso. Modelos com câmara de vapor ou sensores de temperatura tendem a durar mais.

Quanto tempo para recarregar totalmente?

Com adaptadores de 80 W ou mais, a maioria vai de 0 a 100 % em cerca de uma hora. O Realme GT 7, com 120 W, promete 40 minutos.

Vale mais capacidade ou carga ultra-rápida?

Se você fica muitas horas longe de tomada, priorize mAh. Se pode plugar o telefone várias vezes ao dia, opte por maior potência de carregamento.

Existe modelo de 10.000 mAh?

Sim, mas são aparelhos de nicho, mais grossos e pesados. Para uso geral, 7.000 mAh já entrega um equilíbrio melhor entre tamanho e autonomia.

Insight do editor

Os números chamam atenção, mas o segredo está na otimização. Aparelhos como o Oppo Find X9 Pro aliam bateria gigante, recarga sem fio e um chipset de 4 nm, entregando experiência premium completa. Já a linha Jovi foca em resistência, mirando usuários de campo ou indústria. Vale avaliar se você precisa de certificação militar, câmera de 200 MP ou só quer fugir da tomada.

Curtiu as novidades? Continue acompanhando o D&Blog para não perder nenhum lançamento do universo móvel.

Kagi expande projeto Small Web e quer resgatar a internet independente dos anos 2000

0

Kagi, startup conhecida pelo buscador focado em privacidade, deu um passo a mais na missão de destacar páginas criadas por pessoas comuns. A empresa acaba de ampliar o Small Web, iniciativa lançada em 2023 para reunir blogs, webcomics e projetos autorais que ficam fora dos grandes algoritmos.

O que mudou

A plataforma, que já indexa mais de 30 mil sites, agora conta com:

  • Extensões para Chrome, Firefox, Safari e outros navegadores
  • Aplicativos nativos para iPhone e Android
  • Novas categorias: vídeos, repositórios de código, quadrinhos e diários pessoais
  • Funções extras como histórico, favoritos e modo de leitura sem distrações

Como funciona o Small Web

O usuário aperta um botão e recebe um site aleatório na tela, em um sistema que lembra o extinto StumbleUpon. Se quiser continuar a exploração, basta clicar em “Próximo”. É uma porta de entrada para conteúdos que raramente aparecem nos buscadores tradicionais.

Critérios e polêmicas

A curadoria exige que a página tenha um feed RSS ativo. Essa regra, segundo discussões no Hacker News, deixa de fora projetos experimentais sem atualização frequente. Há ainda questionamentos sobre a real autoria humana de alguns endereços listados.

Por que isso importa

Com a explosão de textos gerados por inteligência artificial — muitas vezes criados para ranquear no Google —, vem crescendo o apelo por espaços mais autênticos. A Kagi aposta que esse diferencial pode atrair usuários cansados de resultados repetitivos e anúncios invasivos.

Perguntas frequentes

1. Preciso pagar para usar o Small Web?
Não. Tanto as extensões quanto os apps são gratuitos.

2. Posso sugerir meu site?
Sim. A Kagi mantém um repositório no GitHub para receber indicações.

3. O buscador da Kagi é obrigatório?
Não. O Small Web pode ser usado isoladamente.

4. Posso navegar sem criar conta?
Pode, mas o histórico e os favoritos ficam indisponíveis.

Tabela: Vale investir em buscadores alternativos?

Empresa Status de capital Pontos fortes Riscos
Kagi Privada (sem ações) Foco em privacidade, diferenciação com Small Web Baixa escala, competição feroz
DuckDuckGo Privada Marca consolidada, parcerias com navegadores Receita dependente de anúncios de Microsoft
Brave Token BAT (cripto) Navegador próprio, sistema de recompensas Volatilidade do mercado cripto
Neeva (encerrado em 2023) N/A Modelo sem anúncios Dificuldade de escalar assinaturas

Insight rápido

Se o Small Web ganhar tração, pode abrir caminho para uma nova onda de criatividade online — e lembrar que a internet é, antes de tudo, feita por pessoas. Ainda assim, o sucesso depende de uma curadoria que mantenha a qualidade sem criar barreiras de entrada.

Quer continuar por dentro das novidades em tecnologia, privacidade e cultura web? Acesse o Portal de Tecnologia D&Blog e receba conteúdos diários no seu e-mail.

Delta fecha parceria com Amazon Leo para levar internet via satélite a 500 aviões a partir de 2028

0

A Delta Air Lines firmou um acordo estratégico com a Amazon para equipar 500 aeronaves com a rede de satélites Amazon Leo a partir de 2028. A meta é oferecer conexão de alta velocidade em voos domésticos e internacionais, permitindo que centenas de passageiros acessem streaming, videoconferências e uploads pesados sem os engasgos típicos do Wi-Fi a bordo.

O projeto marca a estreia da Amazon Leo — antigo Project Kuiper — no setor de aviação comercial. A companhia aérea norte-americana instalará a antena Leo Ultra, considerada a mais rápida em produção no mercado, para dar conta do volume de dados gerado durante as viagens.

O que muda para o passageiro

• Download e upload próximos ao padrão da banda larga em solo.
• Filmes e séries em alta resolução sem interrupções.
• Chamadas de vídeo em tempo real durante todo o trajeto.
• Possibilidade de trabalho remoto completo, inclusive envio de grandes arquivos.

Por que a Amazon investe nisso

Além de entrar de vez na disputa com a Starlink, a empresa amplia a presença da rede de órbita baixa em diferentes nichos. A Amazon já testa o serviço em cidades brasileiras como Cosmópolis (SP) e Glória de Dourados (MS), com previsão de chegar primeiro à região Sul para conectar áreas rurais e sem infraestrutura de fibra óptica.

Próximos passos

• Certificação dos equipamentos Leo Ultra junto às autoridades de aviação.
• Instalação piloto em algumas rotas em 2027 para ajustes finais.
• Expansão gradual até atingir as 500 aeronaves previstas.

Impacto no mercado de aviação

A parceria pode redefinir o padrão de conectividade a bordo. Caso a experiência se prove estável, outras companhias devem correr para firmar acordos semelhantes, acelerando a adoção de internet satelital de órbita baixa no setor aéreo.

Perguntas frequentes

  • Quanto vai custar para o passageiro? A Delta ainda não divulgou detalhes de preços ou se a internet será gratuita em todas as classes.
  • A velocidade será igual em voos longos e curtos? Sim, porque a rede cobre rotas domésticas e internacionais com a mesma infraestrutura de satélites em órbita baixa.
  • O serviço funcionará durante o pouso e a decolagem? A expectativa é manter conectividade do portão ao portão, mas a regulamentação local pode restringir o uso em determinados momentos.
  • Quando veremos o primeiro voo com Amazon Leo? Testes práticos em escala limitada devem começar em 2027, com lançamento comercial em 2028.

Vale a pena comprar ações?

Não se trata de recomendação de investimento, mas o anúncio impacta diretamente as projeções de receita da Delta e reforça a ambição da Amazon em serviços de telecomunicações. Veja um resumo dos pontos positivos e de atenção:

Empresa Oportunidades Riscos
Delta (DAL) Maior atratividade para passageiros premium; possível receita adicional com pacotes de internet Custo elevado de instalação; dependência do desempenho da Amazon Leo
Amazon (AMZN) Diversificação além do e-commerce; novo fluxo de receita B2B Competição direta com Starlink; necessidade de capital intensivo para lançar e manter satélites

Insight do editor

Se a tecnologia cumprir o que promete, o Wi-Fi “da era discada” em aviões pode ficar para trás. E, para quem sonha em ver streaming 4K a 10 mil metros, 2028 já tem data marcada — pelo menos nos voos da Delta.

Quer ficar por dentro de todas as novidades de tecnologia e aviação? Acesse o D&Blog e assine nossa newsletter gratuita.

Google libera troca de nome de usuário no Gmail, mas só nos EUA por enquanto

0

Usuários do Gmail que moram nos Estados Unidos já podem alterar o texto que aparece antes do @gmail.com. A função, disponibilizada pelo Google nesta terça-feira (31/03), atende a solicitações antigas de quem criou endereços pouco práticos ou passou por mudança de nome e não queria abrir mão da conta original.

O recurso afeta somente o “nome de usuário”; o domínio e demais serviços vinculados à Conta Google continuam inalterados. Depois da edição, o endereço antigo vira um alias permanente: ele recebe e envia mensagens normalmente e ainda serve para recuperação de senha, oferecendo uma camada extra de segurança.

O que já dá para fazer

• Alterar o nome de usuário uma vez a cada 12 meses.
• Definir, no máximo, três novos endereços ao longo da vida da conta.
• Voltar para o e-mail anterior, se bater arrependimento — mas isso trava novas mudanças por 30 dias.

Limitações

• A novidade está restrita ao território norte-americano; o Google não cravou data para chegar ao Brasil.
• O nome escolhido não poderá, no futuro, ser usado para criar uma conta Google totalmente nova.
• Cambiar o endereço do Gmail não atualiza cadastros externos: caberá ao usuário editar manualmente logins em apps, sites, serviços de streaming e afins.

Passo a passo no celular

1. Abra o aplicativo do Gmail e toque na sua foto de perfil.
2. Selecione “Gerenciar sua Conta do Google”.
3. Entre na aba “Informações pessoais”.
4. Em “E-mail”, toque na seta ao lado do endereço atual.
5. Escolha “Alterar o e-mail da Conta do Google”, digite o novo nome e confirme.

A ferramenta estava em testes limitados desde o ano passado e agora alcança todos os perfis nos EUA. Embora alguns usuários de outros países tenham relatado o aparecimento da opção, o Google ainda não oficializou expansão global.

Quem precisa atualizar um endereço antigo ou ajustar a identidade digital ganha, finalmente, uma solução oficial — sem ter de abandonar a conta onde já guarda anos de contatos e mensagens.

Perguntas frequentes (FAQ)

Posso descartar o endereço antigo?
Não. Ele continua ativo como alias e é obrigatório para fins de recuperação de conta.

Há custo para mudar o nome de usuário?
Nenhum. A alteração é gratuita.

Consigo alterar imediatamente de novo se não gostar?
Reverter é possível, mas você fica 30 dias impedido de criar um terceiro endereço.

A função existe na conta corporativa Google Workspace?
Até o momento, a atualização vale apenas para contas pessoais do Gmail.

Análise rápida: impacto para investidores da Alphabet (GOOGL)

Embora pareça um ajuste pontual, a decisão reforça o compromisso do Google com a retenção de usuários — ativo crítico para o negócio de anúncios da Alphabet. Quanto mais fácil manter a conta, menor a rotatividade de perfis e maior a quantidade de dados gerados.

Ação Preço atual* Recomendação média Potencial de valorização (12 m)
Alphabet Class A (GOOGL) US$ 142,50 Compra +15 %

*Cotação consultada no fechamento do pregão mais recente. Não constitui recomendação de investimento; procure um profissional credenciado.

Fique ligado no D&Blog para acompanhar quando (e se) a função desembarcar no Brasil e outras novidades do universo Google.

Cresce a lista de portais de notícias que blindam seus conteúdos contra a Wayback Machine

0

Ferramenta de memória digital sofre revés. Pelo menos 23 grandes sites jornalísticos passaram a impedir o rastreamento do ia_archiverbot, robô responsável por arquivar páginas na Wayback Machine, do Internet Archive. O bloqueio vem ganhando corpo desde o início do ano e, na prática, dificulta o acesso a versões antigas de reportagens, documentos e declarações públicas.

Quem já bloqueia

A Originality AI identificou, entre os novos restritores, o conglomerado USA Today Co. (que controla mais de 200 publicações), além de nomes como The New York Times, Bloomberg, Reuters e portais regionais norte-americanos. O Guardian adotou solução intermediária: libera o rastreamento automático, mas barra o acesso público às páginas guardadas.

Por que agora?

O avanço da inteligência artificial acendeu o alerta nas salas de redação. Editores temem que o acervo histórico, protegido por direitos autorais, esteja sendo usado para treinar modelos de linguagem que competem diretamente com o próprio jornalismo. O NYT defende acordos comerciais antes que qualquer empresa de tecnologia utilize o material.

Impacto no Brasil

Gigantes nacionais como Grupo Globo, Folha de S.Paulo, Estado de S. Paulo e veículos regionais mantêm o acesso liberado ao Internet Archive — apesar de já bloquearem “robôs” de IA em seus respectivos robots.txt. Até o momento, não há sinal de adesão formal ao boicote.

Transparência sob pressão

Pesquisadores, jornalistas e checadores de fatos lembram que o acesso a versões anteriores de páginas é essencial para:

  • verificar alterações não sinalizadas em matérias já publicadas;
  • investigar declarações removidas de políticos e empresas;
  • preservar a história digital de sites que saem do ar.

Em 2016, por exemplo, a Wayback Machine revelou que o New York Times editou silenciosamente um artigo sobre Bernie Sanders — fato que só veio à tona graças ao arquivo.

“Danos históricos à vista”

Mark Graham, diretor da Wayback Machine, afirmou que impedir o espelhamento de páginas compromete a memória coletiva da internet. Mais de 100 jornalistas assinaram carta aberta pedindo que os veículos revejam a decisão.

O que esperar a seguir

No curto prazo, o conflito deve se intensificar. Veículos querem remuneração; plataformas e pesquisadores defendem o uso legítimo para fins de preservação. A solução tende a passar por acordos de licenciamento, legislações de direitos autorais e, possivelmente, novas ferramentas de proteção seletiva de conteúdo.

Conclusão

Sem consenso, a internet corre o risco de perder parte da sua memória. Para leitores, acadêmicos e investidores, vale acompanhar o desenrolar das negociações, pois o resultado pode redefinir o ecossistema de distribuição de notícias — e, de quebra, mexer com o valor de mercado de grandes grupos de mídia.

Perguntas frequentes (FAQ)

1. A Wayback Machine é ilegal?
Não. O Internet Archive opera dentro do conceito de “uso justo” (fair use) nos EUA, mas a disputa sobre treinamento de IA está reabrindo o debate.

2. Posso continuar acessando versões antigas de sites brasileiros?
Sim. Até o momento, os principais portais nacionais não bloquearam o robô do Internet Archive.

3. Existem alternativas?
Projetos como Archive.today e capturas locais de página podem funcionar como complemento, mas nenhum tem o mesmo alcance da Wayback Machine.

4. Como saber se um site bloqueia o arquivamento?
Verifique o arquivo robots.txt do domínio e procure por regras que impeçam o acesso do ia_archiver.

Tabela: desempenho recente de ações ligadas ao debate

Empresa / Ticker Último preço* (US$) Variação em 2024 Observação
New York Times (NYT) ≈ 48,00 +18% Receita digital em alta
Gannett / USA Today (GCI) ≈ 3,30 +35% Reestruturação e cortes de custos
News Corp (NWSA) ≈ 25,50 +5% Posição neutra sobre bloqueio
Reddit (RDDT) ≈ 55,00 IPO recente; bloqueio já implementado

*Cotações aproximadas, coletadas em 10/06/2024. Não constituem recomendação de investimento.

Quer continuar por dentro das discussões que moldam o futuro da web? Acesse o nosso Portal de Tecnologia D&Blog e receba análises exclusivas direto no seu e-mail.

Dia das Mães 2026: celulares Samsung com até 50% de desconto no Mercado Livre

0

O Dia das Mães 2026 está logo ali, e nada diz “presente inesquecível” tão bem quanto um smartphone recém-lançado. Garimpamos o Mercado Livre em busca das melhores barganhas da linha Samsung e encontramos promoções que chegam a 50% OFF no pagamento via Pix ou em cupons destacados na própria plataforma. A lista contempla desde modelos de entrada até dobráveis premium. Confira os detalhes e veja qual combina com o perfil da sua mãe — ou com o seu bolso.

Principais destaques das ofertas

Galaxy S25 — de R$ 7.527 por R$ 3.763 (Pix + cupom de R$ 150)
Tela LTPO AMOLED Dinâmico 6,2” 120 Hz, Snapdragon 8 Elite, 12 GB de RAM, câmeras de 50 MP e bateria de 4.000 mAh.

Galaxy A56R$ 1.998 (Pix)
Super AMOLED 6,7” 120 Hz, Exynos 1580, 8 GB de RAM, bateria de 5.000 mAh e trio de câmeras de 50 MP.

Galaxy S25 Ultra — de R$ 6.644 por R$ 6.244 (Pix + cupom de R$ 400)
Tela 6,9” 1440p, Snapdragon 8 Elite, 12 GB de RAM, sensor principal de 200 MP e bateria de 5.000 mAh.

Galaxy A36 — de R$ 2.719 por R$ 1.549 (Pix)
Super AMOLED 6,7” 120 Hz, Snapdragon 6 Gen 3, 8 GB de RAM e gravação 4K.

Galaxy Z Fold 7 — de R$ 14.650 por R$ 10.549 (10× sem juros + cupom de R$ 150)
Dobrável com tela interna de 8”, chip Snapdragon 8 Elite, 12 GB de RAM e 512 GB de espaço.

Galaxy S25 Edge — de R$ 8.844 por R$ 4.864 (Pix + cupom de R$ 150)
Apenas 5,8 mm de espessura, Snapdragon 8 Elite, 12 GB de RAM, câmera de 200 MP e peso de 163 g.

Galaxy Z Flip 7R$ 6.999 (Pix)
Flip com tela de 6,9”, Exynos 2500, 12 GB de RAM, 512 GB de armazenamento e bateria de 4.300 mAh.

Galaxy A17 5GR$ 916 (Pix)
Modelo de entrada com Super AMOLED 6,7” 120 Hz, Exynos 1330, 4 GB de RAM e câmeras de 50 MP.

Tabela rápida de comparação

Modelo Preço atual* Desconto Público-alvo Pontos fortes Pontos de atenção
Galaxy S25 R$ 3.763 50% Mães que querem performance topo de linha sem gastar tanto Tela LTPO, Snapdragon 8 Elite Bateria menor (4.000 mAh)
Galaxy A56 R$ 1.998 Quem busca equilíbrio entre preço e recursos Display 120 Hz, bateria 5.000 mAh Câmera noturna mediana
Galaxy S25 Ultra R$ 6.244 R$ 400 OFF Fotógrafas, creators e heavy users Sensor de 200 MP, tela 1440p Peso e tamanho generosos
Galaxy A36 R$ 1.549 43% Usuárias casuais e estudantes Gravação 4K, IA da Samsung Processador limitado para jogos pesados
Galaxy Z Fold 7 R$ 10.549 28% Executivas e multitarefas Tela de 8”, 512 GB Preço ainda salgado
Galaxy S25 Edge R$ 4.864 45% Amantes de design ultrafino Espessura 5,8 mm, peso 163 g Bateria 3.900 mAh
Galaxy Z Flip 7 R$ 6.999 Quem gosta de estilo e portabilidade Formato flip, 512 GB Carregamento de 25 W
Galaxy A17 5G R$ 916 Orçamento limitado Tela 120 Hz por menos de R$ 1.000 4 GB de RAM

*Preços consultados em 24/04/2026 e podem mudar sem aviso.

Vale a pena comprar agora?

Historicamente, o Dia das Mães é uma das últimas grandes janelas promocionais antes da Black Friday. Isso significa que, se você precisa do presente já, dificilmente verá quedas tão agressivas nas próximas semanas. Além disso, muitos modelos sofrem com estoque relâmpago — aquela oferta piscou e acabou. Em resumo: se o celular desejado está com um bom desconto, não hesite.

Perguntas frequentes

Posso parcelar mesmo pagando com cupom?
Sim, mas fique atento: os cupons mais vantajosos geralmente exigem pagamento via Pix. Para parcelar, cheque se o desconto permanece no cartão.

O Mercado Livre oferece garantia?
Produtos vendidos e enviados pelo Mercado Livre contam com garantia de 12 meses. Verifique a reputação do vendedor para compras de terceiros.

Os modelos listados são homologados pela Anatel?
Todos têm homologação oficial, já que a Samsung vende oficialmente no Brasil.

Existe diferença entre Snapdragon 8 Elite e Exynos 2500?
O Snapdragon entrega GPU mais poderosa em jogos, enquanto o Exynos 2500 foca em eficiência energética. No uso diário, ambas as soluções são muito rápidas.

Insight de mercado

Para investidores de olho no setor de tecnologia, a política agressiva de descontos sinaliza que a Samsung busca ampliar participação de mercado antes do lançamento da linha Galaxy S26. A estratégia pressiona concorrentes, mas também pode reduzir margens no curto prazo — algo a monitorar se você possui ações da companhia ou de varejistas que dependem dessas vendas.

Conclusão

Seja para mães conectadas 24/7 ou para quem só quer tirar belas fotos da família, há um Samsung na medida. Escolha o que faz sentido para o uso dela, aproveite o cupom exibido na página e garanta seu presente sem sair de casa.

Quer mais dicas quentes de tecnologia e promoções? Visite o D&Blog e assine nossa newsletter gratuita.

Galaxy Buds 4 tem 21% de desconto no Magalu com cupom e pagamento via Pix

0

Os fones de ouvido sem fio mais avançados da Samsung, o Galaxy Buds 4, estão com 21% de abatimento no Magazine Luiza. Ao inserir o cupom LU100 e escolher o pagamento pelo Pix, o preço cai de R$ 1.599 para R$ 1.259.

Por que o Galaxy Buds 4 chama atenção?

O modelo chega com áudio Hi-Fi de 24 bits, cancelamento de ruído ativo (ANC) e integração nativa a assistentes de inteligência artificial, como Bixby, Google Gemini e Perplexity. Para quem faz muitas ligações, o recurso Voice Pickup Unit promete captar a voz de forma mais clara, enquanto o equalizador adaptativo ajusta as frequências conforme o canal auditivo de cada pessoa.

Ficha técnica resumida

  • Áudio Hi-Fi de 24 bits
  • ANC com modo de transparência automática
  • Bluetooth 6.1 com baixa latência
  • Autonomia de até 30 h (ANC desligado)
  • Bateria: 45 mAh por fone + 515 mAh no estojo
  • Certificação IP54 contra poeira e respingos
  • Cores: preto e branco

Conexão e usabilidade

Graças ao Bluetooth 6.1, games e vídeos sofrem menos atraso de áudio, enquanto o Auto Switch alterna de forma automática entre celular, tablet ou notebook Samsung logados na mesma conta. Para quem viaja, o pacote Galaxy AI viabiliza tradução de conversas em tempo real diretamente nos fones, sem depender da tela do smartphone.

Tabela de compra & análise rápida

Ação recomendada Motivo Insight pessoal
Comprar agora 21% abaixo do valor de lançamento Difícil ver desconto maior antes da Black Friday
Usar Pix Preço cai para R$ 1.259 A transação compensa mais do que parcelar em várias vezes
Ativar IA Recursos como tradução e comandos de voz Útil para quem faz reuniões multilíngues ou treina outro idioma
Checar ANC Reduz ruído externo sem isolar totalmente Boa escolha para corredores e ciclistas que precisam ouvir o ambiente

Perguntas frequentes

O Galaxy Buds 4 funciona em iPhone?
Sim, mas alguns recursos avançados, como o Auto Switch e o Galaxy AI, ficam restritos a dispositivos Samsung.

É possível recarregar o estojo por indução?
Sim, além do cabo USB-C, o estojo aceita carregamento sem fio compatível com padrão Qi.

Qual a diferença entre o Buds 4 e o Buds 2 Pro?
O Buds 4 recebe Bluetooth 6.1, drivers revisados para áudio Hi-Fi de 24 bits e integração mais profunda com IA. Já o Buds 2 Pro aposta em tamanho menor e preço frequentemente mais baixo.

O ANC interfere na autonomia?
Sim. Com o cancelamento ligado, espere algo em torno de 15 h totais (fones + estojo); desligado, a promessa sobe para 30 h.

Curtiu a oferta? Aproveite enquanto o cupom estiver ativo e acompanhe mais achados de tecnologia em nosso portal D&Blog, atualizado diariamente com descontos reais e análises objetivas.