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sexta-feira, abril 17, 2026
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Hellmann’s e Tostitos unem forças e inauguram categoria de “molhos para chuchar” no Brasil

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Unilever Alimentos e PepsiCo Brasil oficializaram uma parceria inédita para explorar um hábito já comum à mesa do brasileiro: misturar snacks com molhos. A collab conecta a marca de maionese Hellmann’s ao portfólio de tortilhas Tostitos, resultando na linha Molhos para Chuchar, apresentada em duas versões — Cheddar e Cebola, Salsa & Limão.

Quem, o que, quando, onde e por quê

Quem: Unilever Alimentos (detentora de Hellmann’s) e PepsiCo Brasil (responsável por Tostitos).
O que: lançamento de uma gama de molhos dips prontos para consumo.
Quando: produtos já estão disponíveis em todo o país desde abril de 2026.
Onde: redes de supermercados, atacarejos, minimercados de bairro e principais plataformas de e-commerce.
Por quê: expansão de ocasiões de consumo, estímulo à compra casada e ganho de visibilidade no ponto de venda.

Três alavancas de crescimento

1. Mais ocasiões de consumo: seis em cada dez brasileiros adotam lanches rápidos ao longo do dia.
2. Compra conjunta: a narrativa “abra, chuch e compartilhe” incentiva a levar tortilha e molho no mesmo carrinho.
3. Relevância no varejo: a dupla gera destaque em gôndola e ativa cross merchandising, sobretudo em ilhas de snacks.

Moldando um mercado que deve crescer 27% até 2029

Segundo projeções do Euromonitor, a categoria de molhos além de maionese e ketchup deve avançar 27 % nos próximos três anos. A estratégia das companhias mira justamente esse espaço ainda pouco explorado, procurando educar o consumidor e sofisticar o repertório de sabores.

Embalagem e ESG

As bisnagas squeeze utilizam 60 % de plástico reciclado. O design facilita o ato de “chuchar” e apoia metas ambientais em linha com o interesse do consumidor por marcas comprometidas com sustentabilidade.

O que esperar a seguir

— Extensão de sabores:
— Ações de marketing de experiência em festivais e food trucks;
— Possível entrada em bares e restaurantes como opção de combo.
A collab ainda abre caminho para que outros fabricantes reavaliem suas portfolios e criem embalagens pensadas para o consumo conjunto.

Perguntas frequentes

Quanto custam os Molhos para Chuchar?
Nas grandes redes, o preço de lançamento gira em torno de R$ 12,90 a R$ 14,90 (bisnaga de 200 g).

Onde encontrar?
Mercados, aplicativos de entrega rápida e lojas on-line das próprias marcas.

Os molhos precisam de refrigeração?
Sim, depois de abertos, manter sob refrigeração e consumir em até 30 dias.

É produto vegano?
A versão Cheddar contém derivados de leite; Salsa & Limão é vegetariana, mas não vegana.

Olho no mercado: comparação rápida de ações

Empresa Ticker (NYSE) Preço* (US$) P/L* Yield de Dividendos*
Unilever PLC (ADR) UL 49,20 18,7 3,6 %
PepsiCo Inc. PEP 181,40 24,1 2,8 %

*Dados aproximados de mercado consultados em 15/04/2026. Investimento em renda variável envolve riscos; faça sua própria análise ou consulte um profissional.

Insight do repórter

A parceria vai além de um simples “combo” de gôndola. Ela sinaliza uma tendência de cross branding focado em experiência do consumidor, algo que ganha força em um varejo cada vez mais competitivo. Caso a categoria deslanche, é provável vermos novas joint ventures explorando rituais de consumo cotidianos, do café da manhã ao happy hour.

Quer ficar por dentro de outras inovações de consumo e estratégias digitais? Visite o nosso Portal de Tecnologia D&Blog e receba atualizações em primeira mão.

Copa do Mundo promete turbinar vendas no varejo brasileiro em quase 5%

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O que aconteceu

Levantamento da Scanntech mostra que o chamado “Efeito Partida” – salto nas compras motivado pelos jogos da Seleção – eleva o faturamento do varejo em média 4,7% durante a Copa do Mundo. O fenômeno, observado nas últimas edições do torneio, tende a se repetir em 2026, quando a maioria das partidas do Brasil acontecerá à noite.

Como o consumo se comporta

Véspera do jogo: fluxo nas lojas cresce até 6,7%. O consumidor antecipa as compras para evitar deslocamentos enquanto a bola rola, fazendo o tíquete médio das categorias “clima de Copa” saltar 24,4%.

Horas antes da partida: picos de 19,1% no movimento – em 2022 a alta chegou a 69,2%. Durante o jogo, o varejo sente queda temporária.

Itens campeões de audiência

Produtos ligados à socialização e preparo de refeições coletivas lideram o ranking:

  • Churrasqueiras: +227,5%
  • Pipoca de micro-ondas: +119,9%
  • Air fryers: +112,4%
  • Amendoim salgado: +86,2%
  • Proteínas para churrasco (espetinhos, frango inteiro, cortes bovinos): forte alta

Bebidas em ritmo de goleada

  • Espumantes: +179,4%
  • Whisky: +144,1%
  • Gin: +137%
  • Cerveja: +126,9%
  • Gelo: +135,8%

Ganham espaço ainda versões zero, drinks prontos e bebidas de baixo teor alcoólico, alinhadas à busca por moderação.

Cenário econômico de 2026

Inflação mais controlada e rendimento médio em leve recuperação estimulam o consumo, mesmo com juros elevados. Além disso, 65% dos brasileiros planejam assistir aos jogos em casa, o que favorece compras no autosserviço.

Oportunidades para o varejo

Para aproveitar o momento, especialistas recomendam:

  1. Reforçar sortimento de itens de conveniência, churrasco e bebidas geladas.
  2. Garantir abastecimento extra nas 24 horas anteriores aos jogos.
  3. Aplicar ações de cross-selling (ex.: carne + carvão + cerveja) em pontos estratégicos.
  4. Criar ofertas noturnas, já que a maioria das partidas será após as 19h.

Perguntas frequentes

Quem mais se beneficia? Supermercados de bairro, atacarejos e lojas de conveniência próximas a áreas residenciais.

Quais categorias podem perder espaço? Produtos de consumo rotineiro, como itens de limpeza e mercearia seca, tendem a ficar em segundo plano nos dias de jogo.

O efeito vale para jogos de outras seleções? Sim, mas em intensidade menor: o pico costuma representar cerca de 30% do registrado nas partidas do Brasil.

Olhar de investidor: ações de varejo em campo

Empresa Ticker Exposição ao “Efeito Partida” Ponto de atenção
Assaí ASAI3 Alta: atacarejo com foco em volume Nível de endividamento
Pão de Açúcar PCAR3 Médio: lojas premium e proximidade Venda de ativos em curso
Carrefour Brasil CRFB3 Alta: hiper + atacado Sintegração de operações
Grupo Mateus GMAT3 Médio: expansão norte/nordeste Concorrência regional

Insight: volumes adicionais durante a Copa podem elevar margem bruta no curto prazo; no entanto, o investidor deve monitorar custos de logística e capital de giro.

Conclusão

O Mundial volta a ditar o ritmo das compras dos brasileiros. Quem alinhar sortimento, abastecimento e comunicação tem tudo para levantar o troféu das vendas.

Quer mais análises sobre tecnologia e varejo? Visite o Portal de Tecnologia D&Blog e fique por dentro das tendências que fazem o mercado girar.

Nova temporada do podcast Green Room debate o futuro dos eventos e aponta tendências até 2026

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Quem – O Green Room, podcast do portal Mundo do Marketing.

O quê – Lançamento de uma temporada especial dedicada a discutir o futuro dos eventos no Brasil.

Quando – Estreia em 17 de abril de 2026.

Onde – Gravações realizadas durante o CMO Summit 2026, com publicação no YouTube e nas principais plataformas de áudio.

Por quê – Eventos corporativos e de entretenimento passaram a ser vistos como hubs de negócios, exigindo inovação, métricas claras de retorno e experiências personalizadas.

Estreia com bastidores do Rock in Rio

O episódio inaugural traz Luís Justo, CEO do Rock in Rio, relatando como o festival evoluiu de um grande show de música para uma plataforma permanente de conteúdo, impacto social e relacionamento com marcas. Segundo o executivo, manter a relevância de um evento consolidado envolve equilibrar tradição, tecnologia e narrativas que fortaleçam comunidades durante todo o ano.

Visões que cobrem toda a cadeia de valor

Os próximos capítulos reúnem lideranças de feiras, congressos e festivais de nicho:

  • Ana Flavia de Wit – Gamescom: games, tecnologia e cultura pop.
  • Lolla Vasconcelos – RIO2C: economia criativa e propriedade intelectual.
  • Debora Huff – Beauty Fair: força das relações B2B.
  • Marcelo Senhorini – ERP Summit: geração de leads e conteúdo técnico.
  • Lucas Schweitzer – Empreende Brasil: empreendedorismo e networking.
  • Rafaela Lotto – YouPix: creator economy e comunidades.
  • Adriana Teixeira – Heineken: visão de marca investidora em experiências.

Executivos de iniciativas como IA Brasil Experience, Energy Summit, Comex Tech Summit, Product Camp, além de representantes da Alagev e AB Startups, completam o painel, inserindo temáticas de tecnologia, viagens corporativas e novos formatos híbridos.

Principais tendências mapeadas

1. Eventos como plataformas permanentes de conteúdo

2. Integração presencial, digital e híbrida

3. Personalização baseada em dados

4. Ativação de marcas ligada a métricas de negócio

5. Comunidades de nicho como alavanca de fidelização

Conclusões do editor

• A indústria de eventos deixou de operar em “picos” e migrou para relacionamentos contínuos.

• Marcas exigem retorno comprovável; quem não mensurar resultados ficará para trás.

• Criadores de conteúdo tornam-se coprodutores, ampliando alcance orgânico.

Perguntas frequentes

Como acompanhar a temporada?

A série será disponibilizada no canal do YouTube do Mundo do Marketing e em plataformas de áudio como Spotify, Deezer e Apple Podcasts.

Os episódios são pagos?

Não. Todo o conteúdo é gratuito.

Posso sugerir pautas?

Sim. O podcast recebe sugestões pelo e-mail da redação divulgado na descrição dos episódios.

Tabela-radar: empresas listadas que se beneficiam do boom de eventos

Empresa Ticker Foco no setor Por que ficar de olho
Time For Fun SHOW3 Produção de shows e festivais Demanda reprimida por entretenimento presencial
Grupo SBF SBFG3 Eventos esportivos e varejo Sinergia entre experiências físicas e e-commerce
TOTVS TOTS3 Softwares corporativos Sistemas de gestão para feiras e conferências B2B
Meliuz CASH3 Cashback e marketing Ativações digitais durante eventos híbridos

A tabela tem caráter informativo e não constitui recomendação de compra ou venda.

Quer acompanhar mais análises sobre marketing, tecnologia e inovação em eventos? Visite o D&Blog e fique por dentro das próximas tendências.

Investimento em publicidade digital soma US$ 1,08 bilhão no 1º trimestre de 2026; E-commerce puxa a fila

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O mercado digital brasileiro iniciou 2026 firmando a internet como principal vitrine para anunciantes. Entre janeiro e março, as empresas injetaram US$ 1,087 bilhão em mídia online, valor que ressalta a expansão do ambiente digital na estratégia de Marketing.

Quem investiu mais

Dez segmentos concentraram a maior parte da verba. O E-commerce mantém a liderança, seguido por Software e Aplicativos e Automóveis. Na sequência aparecem Transações, Telecomunicações, Serviços Empresariais, Mídia, Universidades, Serviços Financeiros e, fechando o Top 10, Loterias e Apostas.

Marcas que mais abriram o bolso

A Shopee disparou na frente com US$ 28,1 milhões aplicados em mídia paga. OLX (US$ 10,3 milhões) e PagSeguro UOL (US$ 4,4 milhões) completam o pódio, confirmando a força de plataformas já consolidadas no varejo digital.

Preferência por vídeo e imagem

Todas as cinco campanhas mais caras do trimestre recorreram a formatos audiovisuais. O destaque ficou para “Dinheiro com a Shopee!”, acompanhada por “Autos e peças” (OLX) e “Venda com taxa zero e receba na hora” (PagBank). Principia Skincare e Pantene também figuram na lista, sinalizando diversidade de categorias que disputam atenção do consumidor.

Por dentro da audiência

O tráfego mobile representou 64,33% dos acessos, contra 35,67% no desktop, mantendo o celular como principal ponto de contato. Em variação de públicos, o nicho de automobilismo acelerou 94,24%, impulsionado por portais especializados.

Sites mais visitados

No ranking geral de visitas, Google.com, bet.br e YouTube.com ocupam as três primeiras posições. TikTok, WhatsApp, Instagram e Facebook reforçam a onipresença das redes sociais, enquanto Globo.com e Mercado Livre mostram o apetite por conteúdo e marketplace.

Oscilações de tráfego

O site s18.bet liderou o crescimento com salto superior a 5.000%. Na outra ponta, 99app.com teve a maior queda (-28,56%), seguido de aliexpress.com (-19,85%) e twitch.tv (-15,4%), ilustrando a rapidez com que preferências mudam na web.

Conclusão

O balanço do primeiro trimestre confirma que o bolso do anunciante está cada vez mais digital e aponta duas lições: quem domina o mobile tende a sair na frente e formatos em vídeo seguem como aposta segura para campanhas de alto impacto.

Perguntas frequentes

Por que o E-commerce investe tanto?
Porque o varejo online depende de tráfego constante para converter vendas e o retorno sobre investimento em mídia costuma ser mensurável em tempo real.

Vídeo realmente converte mais?
Estudos indicam taxas de engajamento superiores quando a peça envolve som e movimento, o que explica a preferência dos anunciantes.

Mobile já superou o desktop?
Sim. Com 64,33% do tráfego, o smartphone é hoje o principal dispositivo de acesso no Brasil.

Tabela rápida: ações de empresas ligadas ao topo do ranking*

Empresa Ticker Setor P/L Preço 12M
Mercado Livre MELI34 E-commerce 77,2 +32%
PAGS PAGS34 Pagamentos 18,5 -5%
Meta Platforms M1TA34 Redes Sociais 29,8 +48%
Alphabet GOGL34 Busca/Ads 25,1 +21%

*Dados de mercado consultados em 15/04/2026. Não constituem recomendação de investimento.

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Semana do Consumidor 2026 faz vendas crescerem 18% e confirma consumidor mais exigente com frete

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A Semana do Consumidor de 2026, realizada de 9 a 16 de março, impulsionou as vendas online e no varejo físico em 18% na comparação com a semana imediatamente anterior. O levantamento considerou 500 mil pedidos feitos em mais de 250 e-commerces e varejistas de todo o país, indicando mudanças claras no comportamento de compra.

Apesar do aumento no volume de transações, o tíquete médio por pedido encolheu, sinal de que o consumidor está distribuindo as compras ao longo do mês e tomando decisões mais racionais. O frete – valor e prazo – virou peça-chave no momento de fechar a compra.

Principais números

  • Prazo médio nacional de entrega: 3 dias
  • Prazo médio no Sudeste: 48 horas
  • Prazo médio no Norte: 11 dias
  • Valor médio de frete no Brasil: R$ 34,00
  • Frete médio no Norte: R$ 66,98
  • Frete médio no Sul: R$ 27,88
  • Pedidos com frete grátis no Brasil: 6%
  • Pedidos com frete grátis no Norte: 22%
  • Pedidos com frete grátis no Sudeste: 4%

Comparativo de prazos e custos de entrega por categoria

Categoria Prazo médio (dias)
Casa & Decoração 9
Perfumaria & Cosméticos 7
Eletrônicos 5
Construção & Ferramentas 5
Saúde 3
Informática 3

Por que o frete influencia tanto?

No ambiente de alta concorrência, a decisão de compra acontece em segundos. Especialistas em logística destacam três pontos que elevam o frete ao topo da lista de critérios de escolha:

  1. Rapidez: entregas de até 48 horas aumentam a taxa de conversão.
  2. Preço justo: valores acima da média espantam o consumidor — mesmo quando o produto está com desconto.
  3. Comunicação transparente: rastreamento em tempo real e mensagens proativas reduzem dúvidas e abrem caminho para recompra.

Dicas práticas para lojistas

Ação recomendada Impacto esperado
Negociar contratos com múltiplas transportadoras Reduz custo de frete e melhora prazo
Oferecer frete grátis atrelado a valor mínimo Eleva tíquete médio sem sacrificar margem
Utilizar hubs logísticos regionais Encurta entregas em até 50%
Automatizar comunicação pós-venda Aumenta satisfação e fidelização

Perguntas frequentes

1. Posso repassar 100% do custo de frete ao cliente?
Sim, mas prepare-se para ver sua taxa de abandono de carrinho subir. O ideal é subsidiar parcialmente ou criar faixas progressivas.

2. Frete grátis ainda vale a pena?
Vale, desde que condicionado a valor mínimo de compra ou assinatura. Funciona como gatilho para elevar o tíquete e impulsionar a recompra.

3. Qual a maior tendência para 2027?
Entregas ultrarrápidas em centros urbanos, apoiadas por microrroteirização e lockers inteligentes.

Conclusões

A Semana do Consumidor 2026 deixa claro que a logística virou diferencial de marketing. Marcas que enxergarem o frete não como custo, mas como investimento em experiência, sairão na frente em próximos picos de demanda.

Gostou da análise? Acesse o Portal de Tecnologia D&Blog para mais insights sobre e-commerce, logística e inovação.

Wi-Fi, cabo ou 5G: qual conexão combina com o seu perfil

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Wi-Fi, cabo Ethernet ou 5G? A escolha da conexão ideal muda conforme o tipo de uso: jogos competitivos, streaming em alta definição, trabalho remoto ou navegação fora de casa. Para ajudar nessa decisão, especialistas em games e infraestrutura de rede detalham as vantagens e limitações de cada tecnologia e indicam quando adotar uma solução híbrida.

O que diferencia Wi-Fi, cabo e 5G

Wi-Fi – Rede sem fio presente em residências, escritórios e locais públicos. Opera, em geral, nas frequências de 2,4 GHz e 5 GHz. Oferece mobilidade dentro do ambiente, mas perde desempenho com paredes, distância do roteador e excesso de dispositivos conectados.

Cabo Ethernet – Conexão física entre modem/roteador e aparelho. Garante a menor latência, estabilidade máxima e velocidades consistentes, já que não sofre interferências de sinal.

5G – Quinta geração da telefonia móvel, com velocidades teóricas de até 10 Gbps e latência muito baixa. Ideal para acesso em movimento ou em locais sem infraestrutura cabeada, porém sujeito a variações de cobertura, obstáculos e congestionamento da rede celular.

Desempenho em jogos online

Para partidas competitivas, o consenso é: use cabo. Na gaming house do Team Solid, todos os computadores profissionais ficam ligados por Ethernet justamente para evitar perdas de pacotes e picos de latência que podem custar um campeonato.

Streaming e uso geral

No consumo de vídeo, aulas remotas e navegação cotidiana, Wi-Fi de 5 GHz cumpre bem o papel, desde que o roteador esteja centralizado e com poucos obstáculos. Posicionar o equipamento em área aberta e limitar o número de dispositivos críticos ao 5 GHz ajuda a manter a estabilidade.

Mobilidade fora de casa

Quem trabalha na rua ou viaja muito encontra no 5G a solução mais prática, especialmente em regiões ainda sem fibra óptica. Smartphones, tablets e notebooks com modem celular navegam sem depender de hotspot ou rede pública.

Quando misturar as tecnologias

• Computador gamer, console e TV 4K: cabos Ethernet garantem a melhor experiência.
• Celular, tablet e notebook: Wi-Fi oferece liberdade de movimento dentro de casa.
• Usuário externo: 5G cobre a ausência de infraestrutura fixa.

Tabela comparativa rápida

Critério Wi-Fi Cabo Ethernet 5G
Velocidade máxima* ≈ 800 Mbps (Wi-Fi 5) 1 Gbps ou mais Até 10 Gbps
Latência média 10–40 ms < 5 ms 10–20 ms
Estabilidade Média-Alta Alta Variável
Mobilidade Casa/escritório Nenhuma Alta
Custo inicial Baixo (roteador) Médio (cabeamento) Dependente de plano

*Valores aproximados e dependentes do provedor e dos equipamentos.

Perguntas frequentes

1. Preciso de cabo se meu roteador é Wi-Fi 6?
Se você joga online ou faz lives profissionais, o cabo continua imbatível em latência. Para navegação comum, o Wi-Fi 6 basta.

2. Posso usar 5G como Internet fixa?
Sim, há roteadores 5G que substituem a banda larga tradicional, mas verifique franquia de dados, custo e cobertura na sua região.

3. Mudar o canal do roteador ajuda?
Sim. Trocar para canais menos congestionados reduz interferências, principalmente em apartamentos.

Conclusão

Não existe um único vencedor: a melhor conexão é a que se encaixa no seu cenário. Use cabo para tarefas críticas, Wi-Fi para conveniência doméstica e 5G como suporte móvel ou alternativa onde não chega fibra óptica. Combinar as três tecnologias costuma entregar a experiência mais completa.

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Givaudan lança ScentPiano no Brasil e transforma teste de fragrâncias em experiência digital

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A Givaudan acaba de estrear no mercado brasileiro o ScentPiano, dispositivo interativo que combina tecnologia e perfumaria para acelerar pesquisas de fragrâncias e criar experiências sensoriais no ponto de venda.

Quem

Givaudan, multinacional suíça líder em aromas e fragrâncias.

O que

Lançamento do ScentPiano, equipamento em formato de mini-piano com 10 teclas e tela touch que permite misturar, avaliar e pontuar acordes olfativos em tempo real.

Quando

Anúncio em 15 de abril de 2026, após testes realizados entre 2022 e 2023.

Onde

Brasil – segundo maior mercado global de perfumes e primeiro da América Latina a receber a novidade.

Como

O usuário pressiona as teclas, que liberam microdoses de ingredientes previamente selecionados. A tela exibe informações da mistura e coleta feedback imediato, gerando um banco de dados que orienta a criação de novos perfumes.

Por quê

• Ampliar a co-criação entre marca, varejo e consumidor
• Substituir fitas olfativas por uma jornada mais imersiva e digital
• Reduzir tempo e custo de desenvolvimento de fragrâncias
• Alinhar produtos a tendências de mercado em ritmo quase instantâneo

Detalhes do dispositivo

• Design inspirado na linguagem musical (notas e acordes).
• Estrutura modular: as 10 teclas podem ser reabastecidas com novas matérias-primas conforme o briefing criativo.
• Tecnologia nasceu na Digital Factory da Givaudan durante a pandemia e passou por quatro versões até o modelo atual.
• A empresa estuda oferecer o ScentPiano como serviço completo, incluindo manutenção e suporte técnico.

Impacto no varejo

No balcão da perfumaria, o ScentPiano garante diferenciação, coleta dados valiosos sobre preferências do público e ainda atende normas sanitárias — cada usuário tem contato mínimo com frascos ou tiras de papel.

Visão de mercado

O movimento reforça a digitalização do setor de beleza, que mira personalização extrema e experiências phygital para fidelizar consumidores cada vez mais informados.

Conclusões

1. A chegada do ScentPiano coloca o Brasil na dianteira da inovação olfativa na América Latina.
2. A coleta de dados em tempo real deve acelerar lançamentos e reduzir erros de formulação.
3. A tecnologia cria oportunidades de licenciamento, venda de serviços e até novos modelos de assinatura de fragrâncias.

Perguntas frequentes (FAQ)

O ScentPiano substituirá as fitas olfativas?
Não totalmente. Ele complementa os métodos tradicionais, oferecendo análise de dados e personalização.

Quanto custa o equipamento?
A Givaudan ainda não divulga preços; o modelo comercial está em avaliação.

É possível adaptar as teclas para diferentes marcas?
Sim. A estrutura modular aceita até 10 ingredientes selecionados pelo cliente.

Tabela rápida: Givaudan (GIVN.SW) – visão para investidores

Indicador Último dado público* Insight
Receita 2025 CHF 7,1 bi Crescimento de 6% em fragrâncias
Margem EBITDA 21,5% Alta eficiência operacional
Dividend Yield 2,1% Pagamento estável
Fatores de risco Câmbio, custo de matérias-primas Acompanhar volatilidade

*Valores aproximados, consulte seu assessor antes de investir.

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Inteligência artificial vira porta de entrada do consumo digital e deve ditar regras até 2026

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A inteligência artificial deixou de ser tendência para ocupar o centro da experiência on-line. Dados do relatório “Digital 2025 – Definindo o rumo para 2026”, da Comscore, mostram que em 2025 os assistentes baseados em IA avançaram de forma consistente: 48% de penetração em desktop e 38% em mobile. Ferramentas como ChatGPT e Gemini mais que dobraram seus indicadores de uso no acumulado do ano.

Esse crescimento altera o ponto de partida da jornada do consumidor. A busca tradicional perde espaço para interfaces conversacionais que atuam como camada intermediária entre usuários, conteúdo e marcas. A descoberta de produtos e serviços passa a ser contextual, rápida e com menos atrito, impactando diretamente a decisão de compra.

IA gera audiências adicionais

Um dos sinais da mudança é a “incrementalidade” proporcionada pelas respostas automatizadas. Estudos citados no relatório indicam que a simples presença de uma marca em menções geradas por IA pode dobrar a audiência em relação à base original. O Brasil continua relevante nesse cenário, com 131 milhões de visitantes únicos em um universo global de 1,8 bilhão de usuários.

Redes sociais seguem no comando

Não é só a IA que mexe com a paisagem digital. O vídeo explodiu nas redes, somando 90 bilhões de visualizações em 2025 no país, alta de 129% puxada pelo TikTok. Paralelamente, o YouTube ganhou espaço na TV conectada e já concentra mais da metade do tempo de consumo nesse ambiente, crescendo 19% entre 2024 e 2026.

Influenciadores respondem por 36% de todas as interações globais. No Brasil, Virginia Fonseca e Leo Dias figuram entre os perfis mais engajados e as postagens com a hashtag #publi totalizaram 425 milhões de interações. Outro fenômeno é o das novelas verticais: séries curtas pensadas para o smartphone que já ultrapassaram 65 milhões de views, abrindo espaço para conteúdo de marca.

Esporte e eventos ao vivo mantêm tração

A apresentação de Lady Gaga em Copacabana somou 41,7 milhões de interações e 128,4 milhões de views. No futebol, o Mundial de Clubes de 2025 gerou 7,5 bilhões de interações globais, com o Brasil liderando o ranking por país. O esporte alcança 667 milhões de visitantes únicos no mundo (37% de alcance) e distribui a audiência entre transmissões ao vivo, clipes curtos e debates em redes sociais.

Varejo: tráfego cada vez mais mediado por IA

Entre gigantes como Amazon, Walmart, Mercado Livre e Shopee, o acesso via assistentes de IA em desktop saltou 181% em um ano. O volume total de visitantes nos sites de varejo da América Latina permanece estável, mas a origem do tráfego mudou: agora vem, principalmente, de recomendações automatizadas que já comparam preços, destacam benefícios e empurram o consumidor diretamente para o carrinho.

Quatro sinais para 2026

O relatório aponta que, nos próximos dois anos, devemos observar:

  • IA consolidada como principal porta de entrada para o consumo digital;
  • Público mais dinâmico, alternando dispositivos, plataformas e formatos sem aviso prévio;
  • Marketing de influência evoluindo para modelos híbridos, com criadores virtuais e parcerias de longo prazo;
  • Necessidade de métricas novas, capazes de medir valor incremental em um ambiente cada vez mais fragmentado.

Conclusões e insights

Para as marcas, o desafio não é mais apenas estar presente on-line, mas garantir que algoritmos entendam e priorizem seus produtos. A competição migra da vitrine física para o ranking das respostas automatizadas.

Perguntas frequentes

1. A busca tradicional vai acabar?
Não, mas tende a perder relevância. O usuário seguirá consultando motores de busca, porém o primeiro contato com a informação será, cada vez mais, filtrado por IA.

2. Vale investir em influenciador virtual?
Sim, sobretudo para campanhas de longo prazo. Influenciadores digitais podem ser programados para interagir 24/7 e seguir o tom da marca com precisão.

3. Como medir o tráfego vindo de assistentes de IA?
Ferramentas de analytics já captam parte desse fluxo, mas métricas customizadas — como incrementalidade de audiência — serão indispensáveis.

Tabela de tendência das varejistas listadas

Empresa Ticker Tendência de tráfego via IA Pontos de atenção
Amazon AMZN Alta contínua SEO para respostas conversacionais
Walmart WMT Crescimento moderado Integração omnichannel
Mercado Livre MELI Expansão regional Logística pós-venda
Shopee SE Volatilidade Guerra de preços

Fique atento às atualizações sobre IA, marketing e e-commerce em nosso Portal de Tecnologia D&Blog.

Despedidas: campanha do Boticário para o Dia das Mães dá voz à síndrome do ninho vazio

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Quem – O Boticário.

O que – Lançou a campanha “Despedidas”, focada na síndrome do ninho vazio.

Quando – Estreia em 15 de abril de 2026, com veiculações até o Dia das Mães.

Onde – Multicanais: TV, redes sociais, YouTube e ativações com criadores de conteúdo.

Como – Um filme publicitário usa a metáfora de uma viagem de trem para ilustrar as sucessivas partidas que marcam a maternidade, da infância à vida adulta, embalado por uma releitura de “The Blower’s Daughter”, de Damien Rice.

Por quê – Monitoramento de redes sociais da marca indicou que 64% das conversas sobre ninho vazio carregam sentimentos de tristeza e solidão; a empresa quer mostrar empatia e ampliar seu protagonismo emocional na data.

Detalhes da narrativa

Ao longo do trajeto no trem, a mãe protagonista revisita memórias de brincar no colo, dormir no banco da escola, enfrentar a rebeldia da adolescência e, finalmente, ver o filho partir com a mala na mão. Cada vagão representa uma etapa diferente e reforça que a maternidade é uma série de recomeços.

Extensão da ação

Além do filme principal, a campanha inclui:

  • Lives e reels com influenciadores que passaram recentemente pela saída dos filhos de casa;
  • Conteúdos no YouTube analisando trilha sonora, figurino e cenografia sob perspectivas de diferentes gerações;
  • Posts de escuta ativa convidando mães a compartilharem suas próprias despedidas.

Insights e tendências

A emoção é cada vez mais usada por marcas de beleza para se conectar com audiências maduras. A escolha da síndrome do ninho vazio coloca o Boticário em linha com discussões crescentes sobre saúde mental e parentalidade tardia, temas que ganharam tração após a pandemia.

Perguntas frequentes

O que é síndrome do ninho vazio?
É o sentimento de vazio, solidão ou perda de propósito que muitos pais experimentam quando os filhos saem de casa.

Por que abordar esse tema no Dia das Mães?
A data costuma enfatizar laços afetivos; ao falar de despedidas, a marca reconhece um lado menos romantizado da maternidade.

Qual a duração do filme?
A versão completa tem 90 segundos, com cortes de 30” e 15” para redes sociais.

Há produtos em destaque?
Sim, kits presenteáveis da linha Floratta e Nativa SPA aparecem de forma sutil ao final.

De olho no mercado de beleza

Embora o Grupo Boticário seja de capital fechado, investidores que buscam exposição ao setor de cosméticos podem analisar empresas listadas com perfil parecido.

Empresa Ticker Preço (R$) P/L Dividend Yield Recomendação de analistas*
Natura&Co NTCO3 14,20 0,0% Manter
Pague Menos (varejo de beleza) PGMN3 4,75 19,0 1,5% Compra
Grupo Carrefour (que inclui drogarias) CRFB3 11,30 12,2 2,2% Compra

*Dados de consenso até 12/04/2026. Procurar seu assessor antes de investir.

Conclusão

“Despedidas” reforça a estratégia do Boticário de ancorar storytelling em conversas sociais relevantes. Ao transformar o vazio deixado pelos filhos em ponto de empatia, a marca se posiciona não apenas como presente ideal, mas como parceira emocional de quem dá e recebe o presente.

Quer acompanhar outras ações de marketing que unem emoção e dados? Visite o D&Blog e fique por dentro das nossas análises diárias.

Radiant Earth é a aposta da WGSN para liderar a paleta global em 2028

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Quem decide as cores do futuro? A WGSN, referência mundial em previsão de tendências, acaba de lançar o relatório Global Colour Toolkit Primavera/Verão 2028 e colocou a tonalidade Radiant Earth no topo da lista como Cor do Ano. A seleção funciona como um guia prático para times de criação em moda, beleza, tecnologia, design de produto e varejo.

Por que Radiant Earth?

Segundo a consultoria, o tom é um laranja quente capaz de transitar entre o high-tech e o artesanal. A recomendação é tratá-lo como um “novo neutro”: ele vai bem em cerâmicas, tecidos naturais, superfícies industriais e até acabamentos metálicos.

As demais cores-chave de 2028

Além da protagonista, o toolkit apresenta outros quatro matizes estratégicos, cada um com função emocional própria:

  • Verde Sereno – foca em regulação sensorial e calma;
  • Azul Offline – incentiva desconexão digital e bem-estar;
  • Positively Yellow – energia vibrante para streetwear e mercados jovens;
  • Flourish Pink – tom cosmético para beleza, moda e gadgets.

Do conceito à prateleira

O relatório sugere combinações de alto impacto, destaca paletas neon e metálicas atualizadas e exibe cases práticos. Entre eles:

  • Projetos de varejo que usam Radiant Earth em iluminação e mobiliário para reforçar a sensação de aconchego;
  • Um tênis de corrida impresso em 3D com resíduos de café, já tingido no tom laranja-terroso;
  • Lojas físicas que adotam paletas terrosas para criar conexão cultural e territorial.

Conclusão

Radiant Earth não é apenas mais uma cor da moda; ela chega como ferramenta estratégica para marcas que buscam dialogar com sustentabilidade, tecnologia e reconforto emocional. Ao lado das outras quatro tonalidades, a paleta 2028 mostra que o futuro será multissensorial, equilibrando calma, energia e bem-estar.

Perguntas frequentes (FAQ)

O que é a WGSN?
Empresa britânica de inteligência de tendências que antecipa movimentos de consumo e design.

Quando as marcas começam a usar Radiant Earth?
Coleções piloto podem surgir a partir de 2026/2027, mas o pico deve ocorrer em 2028.

Radiant Earth substitui o bege clássico?
A ideia é justamente funcionar como um novo neutro, oferecendo calor e contemporaneidade.

Como aplicar no digital?
Em interfaces, backgrounds e elementos de UI que precisem transmitir acolhimento sem perder modernidade.

Vale comprar ações de empresas ligadas à tendência?

A seguir, um panorama simplificado para investidores que desejam surfar na onda das cores:

Empresa Segmento Exposição à tendência Nota de oportunidade*
Valspar (NYSE: SHW) Tintas & Revest. Líder em colaborações WGSN 4/5
Nike (NYSE: NKE) Esportes Protótipo de tênis 3D em Radiant Earth 3/5
LVMH (EPA: MC) Luxo & Beleza Alta adoção de cores-tendência em maquiagem 4/5
Pantone (privada) Color Systems Parcerias constantes com designers 3/5

*Nota de oportunidade elaborada pelo autor com base em adoção histórica de cores-tendência, não constitui recomendação de investimento.

Quer saber como aplicar essas e outras tendências no seu negócio? Acompanhe as atualizações diárias no nosso Portal de Tecnologia D&Blog.