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quarta-feira, abril 22, 2026
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Galaxy Buds 4 tem 21% de desconto no Magalu com cupom e pagamento via Pix

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Os fones de ouvido sem fio mais avançados da Samsung, o Galaxy Buds 4, estão com 21% de abatimento no Magazine Luiza. Ao inserir o cupom LU100 e escolher o pagamento pelo Pix, o preço cai de R$ 1.599 para R$ 1.259.

Por que o Galaxy Buds 4 chama atenção?

O modelo chega com áudio Hi-Fi de 24 bits, cancelamento de ruído ativo (ANC) e integração nativa a assistentes de inteligência artificial, como Bixby, Google Gemini e Perplexity. Para quem faz muitas ligações, o recurso Voice Pickup Unit promete captar a voz de forma mais clara, enquanto o equalizador adaptativo ajusta as frequências conforme o canal auditivo de cada pessoa.

Ficha técnica resumida

  • Áudio Hi-Fi de 24 bits
  • ANC com modo de transparência automática
  • Bluetooth 6.1 com baixa latência
  • Autonomia de até 30 h (ANC desligado)
  • Bateria: 45 mAh por fone + 515 mAh no estojo
  • Certificação IP54 contra poeira e respingos
  • Cores: preto e branco

Conexão e usabilidade

Graças ao Bluetooth 6.1, games e vídeos sofrem menos atraso de áudio, enquanto o Auto Switch alterna de forma automática entre celular, tablet ou notebook Samsung logados na mesma conta. Para quem viaja, o pacote Galaxy AI viabiliza tradução de conversas em tempo real diretamente nos fones, sem depender da tela do smartphone.

Tabela de compra & análise rápida

Ação recomendada Motivo Insight pessoal
Comprar agora 21% abaixo do valor de lançamento Difícil ver desconto maior antes da Black Friday
Usar Pix Preço cai para R$ 1.259 A transação compensa mais do que parcelar em várias vezes
Ativar IA Recursos como tradução e comandos de voz Útil para quem faz reuniões multilíngues ou treina outro idioma
Checar ANC Reduz ruído externo sem isolar totalmente Boa escolha para corredores e ciclistas que precisam ouvir o ambiente

Perguntas frequentes

O Galaxy Buds 4 funciona em iPhone?
Sim, mas alguns recursos avançados, como o Auto Switch e o Galaxy AI, ficam restritos a dispositivos Samsung.

É possível recarregar o estojo por indução?
Sim, além do cabo USB-C, o estojo aceita carregamento sem fio compatível com padrão Qi.

Qual a diferença entre o Buds 4 e o Buds 2 Pro?
O Buds 4 recebe Bluetooth 6.1, drivers revisados para áudio Hi-Fi de 24 bits e integração mais profunda com IA. Já o Buds 2 Pro aposta em tamanho menor e preço frequentemente mais baixo.

O ANC interfere na autonomia?
Sim. Com o cancelamento ligado, espere algo em torno de 15 h totais (fones + estojo); desligado, a promessa sobe para 30 h.

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Opera One traz YouTube e Twitch na barra lateral e multiplica som em até 500%

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O que aconteceu — A Opera Software liberou hoje uma atualização para o Opera One que reforça o foco do navegador em consumo de mídia. O pacote introduz atalhos nativos na barra lateral para YouTube e Twitch, repagina o modo picture-in-picture e, de quebra, estreia um Volume Booster capaz de elevar o áudio de qualquer aba em até 500%.

Integração com YouTube e Twitch

Ao fixar os dois serviços de vídeo na lateral, o Opera One permite iniciar transmissões ou playlists com um clique. O conteúdo abre em uma janela dedicada, dispensando a troca constante de abas — recurso valioso para quem acompanha lives ou tutoriais enquanto navega.

Video Popout turbinado

O antigo botão de “desgrudar” vídeos ganhou fôlego. Agora o Video Popout detecta automaticamente plataformas de videoconferência, como Zoom, e ajusta a interface conforme o tema escolhido pelo usuário no navegador.

Volume Booster: som cinco vezes mais alto

Já o Volume Booster entrega algo que muitos só conseguiam via extensões: ampliar o volume até 500% por aba, inclusive em tela cheia. A função é individual — uma aba no máximo não afeta as demais — e promete salvar vídeos mal gravados ou podcasts com captação fraca.

Disponibilidade

O update está sendo distribuído gradualmente para Windows, macOS e Linux. Quem preferir atualizar na hora pode ir ao menu principal e escolher “Atualização & Recuperação”. Novos usuários encontram o instalador no site oficial da Opera.

Por que importa

A mudança aproxima o Opera One dos hábitos modernos de multitarefa: assistir a vídeos, participar de reuniões e trabalhar, tudo em um só lugar. Com o booster de áudio embutido, o navegador também se posiciona como alternativa mais simples do que extensões de terceiros, que frequentemente esbarram em bugs ou políticas de loja.

Tabela rápida: vale atualizar já?

Perfil de usuário Ganhos imediatos Algum risco?
Streamer / espectador de lives Acesso instantâneo a YouTube e Twitch + Popout automático Necessidade de adaptação à nova barra
Profissional em home office Picture-in-picture otimizado para reuniões Nenhum reportado até agora
Usuário que sofre com áudio baixo Volume 5× maior sem extensões Potencial de distorção em volumes extremos

Perguntas frequentes

Como ativar o Volume Booster? Abra a página que está tocando áudio, clique no ícone de alto-falante ao lado da barra de endereços e arraste o controle até 500%.

Consome mais bateria? A Opera afirma que o impacto é mínimo, mas volumes muito altos podem levar a picos de processamento.

Dá para remover os ícones de YouTube e Twitch? Sim. Clique com o botão direito na barra lateral, selecione “Gerenciar” e desmarque os serviços que não usa.

O Video Popout funciona com Google Meet? Por enquanto, a lista oficial cobre Zoom, Teams e Meet; novos serviços devem ser adicionados nas próximas versões.

Concluindo

Com a nova atualização, o Opera One consolida um pacote multimídia que dispensa complementos externos e reforça a proposta de navegador “tudo-em-um”. Vale o teste, sobretudo para quem vive com várias telas abertas ou precisa dar aquele gás no volume sem distorcer o som.

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Meta instala software para registrar uso de computadores de funcionários e turbinar IA corporativa

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Quem: Meta (controladora de Facebook, Instagram e WhatsApp)
O que: começa a instalar um programa de monitoramento em máquinas de colaboradores nos Estados Unidos
Quando: implementação comunicada internamente neste mês
Onde: escritórios norte-americanos; Europa fica fora por barreiras legais
Como: o software capta movimentos de mouse, cliques, atalhos de teclado, menus escolhidos e faz capturas ocasionais de tela
Por quê: alimentar o “Model Capability Initiative”, projeto que treina modelos de inteligência artificial para executar tarefas de escritório no futuro

Funcionários reagem com revolta

Assim que a mudança apareceu na rede interna, o comentário mais curtido foi “Isso me deixa super desconfortável. Como desativo?”. Segundo relatos, o emoji de raiva liderou as reações. O CTO Andrew Bosworth confirmou que não há botão de desligar o rastreamento, resposta que recebeu emojis de choro, choque e mais raiva.

Monitoramento não é exatamente novo

Computadores corporativos da Meta já vinham sendo vigiados — a novidade é a escala e o foco declarado em treinar IA. Especialistas ouvidos por agências internacionais lembram que a legislação dos EUA permite o monitoramento, enquanto normas mais rígidas na União Europeia poderiam barrar a prática.

Meta quer IA como colega de trabalho

O projeto integra um pacote maior para elevar produtividade. Mark Zuckerberg, CEO da companhia, desenvolve um agente de IA pessoal que responde e-mails e pretende criar um “clone” para dar feedback a equipes. A ambição de médio prazo é que sistemas autônomos assumam parte das tarefas humanas.

Conclusão

A iniciativa mostra até onde grandes empresas de tecnologia estão dispostas a ir para acelerar o treinamento de IA, mesmo que isso gere atrito interno. Resta saber se o ganho de produtividade compensará o desgaste com privacidade e clima organizacional.

Perguntas frequentes

• O software grava senhas?
A Meta diz que capta padrões de uso e imagens de tela sem armazenar credenciais.

• Posso recusar a instalação?
Nos EUA, não. O CTO confirmou que não há opção de exclusão individual.

• A medida chega ao Brasil?
Não há anúncio oficial, mas leis locais de proteção de dados podem dificultar.

• Isso viola alguma lei trabalhista?
Nos EUA, não; na Europa possivelmente; no Brasil dependeria de acordo coletivo e LGPD.

Olho no mercado: vale comprar ações da Meta?

Cenário Ponto positivo Ponto de atenção
Curto prazo (3-6 meses) Corte de custos e foco em IA animam investidores Risco de processos trabalhistas e imagem negativa
Médio prazo (1-2 anos) Diversificação além de publicidade tradicional Concorrência crescente em IA generativa
Longo prazo (3+ anos) Ecossistema robusto e capacidade de escalar novas tecnologias Regulação mais dura pode limitar monetização de dados

Análise pessoal: para investidores de perfil moderado, a ação segue interessante, mas a controvérsia de privacidade precisa ser acompanhada, pois pode gerar custos jurídicos elevados.

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VTEX DAY 2026 apresenta 7 sinais que reposicionam o Marketing como orquestrador de jornadas sem atrito

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O VTEX DAY 2026 ocupou o São Paulo Expo em 17 de abril com uma proposta ousada: transformar pavilhões em uma cidade funcional para demonstrar, na prática, como o consumo se insere cada vez mais no fluxo natural da vida. A partir dessa imersão, emergiram sete aprendizados essenciais para quem trabalha com Marketing, varejo e tecnologia.

1. Da IA Generativa à IA Operacional

Se em 2024 os modelos de linguagem escreviam textos, em 2026 múltiplos agentes de IA já monitoram preços da concorrência, ajustam campanhas em tempo real e concluem vendas completas via WhatsApp. A automação libera as equipes para tarefas estratégicas e criativas.

2. Retail Media expande fronteiras

A entrada do Tenda Atacado na plataforma de Retail Media da VTEX indica que o setor de alimentos e atacarejo virou terreno fértil para anunciantes que buscam impactar o consumidor no momento exato da reposição de estoque.

3. Pagamento é parte da experiência

Com o PagBank, o conceito de “fricção zero” ganhou força. O split de pagamentos se tornou peça-chave para marketplaces e colaborações entre marcas, assegurando que a complexidade financeira não interrompa a jornada do usuário.

4. A engrenagem invisível do consumo

Estações de metrô simuladas mostraram, com apoio de Quality Digital e Mastercard, que o Marketing eficiente não interrompe a rotina; ele se encaixa nela. Contextualizar ofertas no trajeto diário do cliente passa a ser regra, não exceção.

5. Conteúdo que converte

Marcas como Kärcher provaram que demonstrações ao vivo com alta fidelidade visual superam anúncios focados apenas em preço. O Live Commerce evoluiu para um Marketing de utilidade e prova social.

6. Hospitalidade e logística viram branding

Parcerias entre Housi e Mercedes-Benz ressaltaram que a experiência pós-clique determina a lealdade. Entrega rápida e ambientes confortáveis transformam fornecedores em parte do estilo de vida do consumidor.

7. E-commerce como território de desejo

Louis Vuitton, Estée Lauder e Swarovski tratam as lojas online como extensões da experiência física. Canais como WhatsApp, e-commerce e boutiques interagem de forma fluida, unindo exclusividade e conveniência.

Conclusões

Os sete sinais revelam um Marketing menos focado em ferramentas isoladas e mais preocupado em integrar dados, logística, pagamento e conteúdo em uma orquestra única. O profissional que dominar essa sinfonia tende a manter a marca relevante na rotina do consumidor.

Perguntas Frequentes

O que diferencia a IA Operacional da IA Generativa?
A IA Operacional executa tarefas completas — do monitoramento de preços ao fechamento de venda — enquanto a IA Generativa foca na criação de conteúdo.

Retail Media serve apenas para grandes varejistas?
Não. A estratégia pode ser escalada para qualquer ponto de contato que possua dados de compra e alta frequência de visitas.

O split de pagamentos é obrigatório?
Para marketplaces que lidam com múltiplos sellers, o split evita gargalos financeiros e melhora a experiência.

Tabela de ações recomendadas

Insight Ação prática Benefício esperado
IA Operacional Implantar agentes autônomos para gestão de campanhas Redução de custos e ganho de agilidade
Retail Media Negociar espaços com redes de atacarejo ROAS mais alto em momentos de recompra
Pagamento Fricção Zero Integrar split e one-click buy Menos abandono de carrinho
Contextualização Ativar ofertas geolocalizadas em rotas urbanas Aumento de conversão no ponto de necessidade
Conteúdo = Conversão Produzir lives com demonstrações de uso real Crescimento de ticket médio
Hospitalidade & Logística Firmar SLAs de entrega abaixo de 24 h Fidelização e NPS mais alto
E-commerce Premium Criar storytelling integrado on/offline Percepção de valor e margem maior

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Pluxee injeta R$ 2 milhões em campanha digital para reposicionar o vale-transporte como vantagem estratégica

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Quem: Pluxee, empresa especializada em benefícios corporativos.

O quê: Lançamento da campanha “Me leva, Pluxee”, que posiciona o vale-transporte como peça-chave da experiência do colaborador.

Quanto: investimento superior a R$ 2 milhões.

Quando: anúncio feito em 17 de abril de 2026.

Onde: estratégia 100% digital, com foco em redes sociais, podcasts e creators ligados ao universo corporativo.

Por quê: tornar a mobilidade corporativa menos burocrática e mais conectada ao bem-estar, gerando economia de até 35% para as empresas e influenciando a decisão de 85% dos candidatos a vagas.

Mobilidade como experiência, não obrigação

A campanha aposta no conceito criativo “Me leva, Pluxee”, expressão que ao mesmo tempo soa como um pedido de carona e um voto de confiança. A ideia é reforçar a marca como parceira no trajeto diário, simplificando a gestão do RH e tornando o deslocamento mais acessível aos colaboradores.

Estratégia 100% digital

Com mais de R$ 2 milhões destinados a mídia online, influenciadores e criadores de conteúdo, a empresa acompanha o comportamento dos trabalhadores durante o trajeto: mais da metade escuta música ou podcasts, 40% navegam em redes sociais e 24% assistem a vídeos. O mix digital garante presença justamente nesses momentos.

Benefícios para empresas e colaboradores

Segundo levantamento interno, 85% dos profissionais levam o vale-transporte em conta ao aceitar uma vaga. Já para as companhias, uma gestão eficiente pode baixar custos em até 35%. A Pluxee pretende ampliar em 50% sua base de usuários de vale-transporte nos próximos seis meses, atrelando o benefício a pilares como alimentação, saúde mental e proteção.

Análise de mercado: vale a pena investir no setor de benefícios?

Embora a Pluxee ainda não tenha capital aberto, seu movimento sinaliza oportunidades em players listados que atuam com mobilidade corporativa, benefícios flexíveis e RH digitalizado. Veja um comparativo simplificado:

Empresa Ticker Segmento principal P/L Potencial de crescimento (12 m) Observação
Afya AFYA3 Educação & benefícios corporativos 17x ↑ 22% Expansão de soluções para RH
Totvs TOTS3 SaaS para gestão empresarial 24x ↑ 18% Integração de módulos de benefícios
Mercado Livre MELI34 E-commerce & fintech 63x ↑ 27% Soluções de mobilidade e logística

Fonte: médias de mercado – dados de abril/2026. Este conteúdo não constitui recomendação de investimento.

Perguntas frequentes

1. Como a campanha beneficia o colaborador?
Garante recebimento do vale-transporte de forma simplificada e reforça a cultura de bem-estar.

2. Qual o diferencial para o RH?
Automação de processos, redução de fraudes e economia média de até 35%.

3. Há previsão de expansão para novos modais de transporte?
A empresa sinaliza que estuda integrar bilhetagem digital e apps de micro-mobilidade no futuro próximo.

Conclusão

Ao injetar R$ 2 milhões em mídia digital e abraçar influenciadores, a Pluxee mostra que a mobilidade vai muito além de um custo operacional. Ela se torna elo entre engajamento, retenção de talentos e eficiência financeira — pontos cruciais para a competitividade das companhias.

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Coca-Cola estampa 1 bilhão de rótulos com figurinhas exclusivas da Copa 2026 em parceria com a Panini

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Quem – A Coca-Cola, patrocinadora oficial da Copa do Mundo, e a editora Panini, responsável pelo tradicional álbum do torneio.

O quê – As duas empresas lançaram uma coleção de 14 figurinhas especiais que vêm impressas nos rótulos de Coca-Cola Original e Zero Açúcar. Os selos podem ser destacados e colados diretamente no álbum oficial, que agora traz uma página dedicada à colaboração.

Quando – A distribuição acontece até 15 de junho de 2026.

Onde – Mais de 1 bilhão de garrafas circularão em mercados selecionados no mundo. No Brasil, a promoção vale para embalagens de 600 ml e 2,5 l (esta última disponível apenas em algumas regiões).

Como – Cada garrafa participante traz um QR Code que libera a criação de figurinhas digitais personalizadas no site da marca. A plataforma também oferece um “localizador de pontos de troca”, que indica eventos e lojas onde colecionadores podem se reunir.

Por quê – A iniciativa faz parte da campanha global da Coca-Cola para reforçar o vínculo emocional com o torneio e manter a tradição de quase 50 anos de parceria com a FIFA. Ao transformar o ato de beber refrigerante em uma experiência colecionável, a empresa busca aumentar a frequência de compra e engajamento nas redes sociais durante a contagem regressiva para a Copa.

Figurinhas selecionadas – Entre os 14 atletas escolhidos estão Lamine Yamal, Virgil van Dijk, Harry Kane e o zagueiro brasileiro Gabriel Magalhães, todos retratados em expressões intensas de “cara de jogo”.

Próximos passos – Segundo as companhias, novas ativações serão anunciadas nos próximos meses, com foco especial na América Latina.

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Conclusão

Transformar rótulos em figurinhas físicas e digitais é um movimento que une nostalgia e interatividade, mantendo viva a cultura de troca que acompanha cada Copa do Mundo. Para a Coca-Cola, o formato ancora a marca no principal evento esportivo do planeta e cria motivo concreto para o consumidor escolher a garrafa certa na gôndola.

Perguntas frequentes (FAQ)

1. Preciso comprar algum kit extra para receber a figurinha?
Não. A figurinha vem incorporada ao rótulo das garrafas de 600 ml e 2,5 l identificadas com a promoção.

2. Posso encontrar todas as 14 figurinhas no Brasil?
Sim, porém a disponibilidade varia de região para região, principalmente nas embalagens de 2,5 l.

3. O QR Code dá acesso a que tipo de conteúdo?
A ferramenta gera uma versão digital da sua foto em formato de figurinha personalizada e indica pontos oficiais de troca próximos.

4. As figurinhas do rótulo substituem os pacotinhos tradicionais da Panini?
Não. Elas são itens promocionais extras e ocupam uma página exclusiva no álbum.

Análise rápida: vale comprar ações da Coca-Cola (KO)?

Sem recomendações específicas, confira pontos que analistas costumam observar:

Motivos para ficar de olho Potenciais riscos Horizonte
Marca global, fluxo de caixa recorrente, portfólio diversificado de bebidas não alcoólicas e exposição a grandes eventos esportivos. Câmbio desfavorável, pressões regulatórias sobre açúcar e variações no consumo de refrigerantes. Médio a longo prazo, perfil defensivo.

Este conteúdo tem caráter informativo e não constitui recomendação de investimento.

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Hellmann’s e Tostitos unem forças e inauguram categoria de “molhos para chuchar” no Brasil

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Unilever Alimentos e PepsiCo Brasil oficializaram uma parceria inédita para explorar um hábito já comum à mesa do brasileiro: misturar snacks com molhos. A collab conecta a marca de maionese Hellmann’s ao portfólio de tortilhas Tostitos, resultando na linha Molhos para Chuchar, apresentada em duas versões — Cheddar e Cebola, Salsa & Limão.

Quem, o que, quando, onde e por quê

Quem: Unilever Alimentos (detentora de Hellmann’s) e PepsiCo Brasil (responsável por Tostitos).
O que: lançamento de uma gama de molhos dips prontos para consumo.
Quando: produtos já estão disponíveis em todo o país desde abril de 2026.
Onde: redes de supermercados, atacarejos, minimercados de bairro e principais plataformas de e-commerce.
Por quê: expansão de ocasiões de consumo, estímulo à compra casada e ganho de visibilidade no ponto de venda.

Três alavancas de crescimento

1. Mais ocasiões de consumo: seis em cada dez brasileiros adotam lanches rápidos ao longo do dia.
2. Compra conjunta: a narrativa “abra, chuch e compartilhe” incentiva a levar tortilha e molho no mesmo carrinho.
3. Relevância no varejo: a dupla gera destaque em gôndola e ativa cross merchandising, sobretudo em ilhas de snacks.

Moldando um mercado que deve crescer 27% até 2029

Segundo projeções do Euromonitor, a categoria de molhos além de maionese e ketchup deve avançar 27 % nos próximos três anos. A estratégia das companhias mira justamente esse espaço ainda pouco explorado, procurando educar o consumidor e sofisticar o repertório de sabores.

Embalagem e ESG

As bisnagas squeeze utilizam 60 % de plástico reciclado. O design facilita o ato de “chuchar” e apoia metas ambientais em linha com o interesse do consumidor por marcas comprometidas com sustentabilidade.

O que esperar a seguir

— Extensão de sabores:
— Ações de marketing de experiência em festivais e food trucks;
— Possível entrada em bares e restaurantes como opção de combo.
A collab ainda abre caminho para que outros fabricantes reavaliem suas portfolios e criem embalagens pensadas para o consumo conjunto.

Perguntas frequentes

Quanto custam os Molhos para Chuchar?
Nas grandes redes, o preço de lançamento gira em torno de R$ 12,90 a R$ 14,90 (bisnaga de 200 g).

Onde encontrar?
Mercados, aplicativos de entrega rápida e lojas on-line das próprias marcas.

Os molhos precisam de refrigeração?
Sim, depois de abertos, manter sob refrigeração e consumir em até 30 dias.

É produto vegano?
A versão Cheddar contém derivados de leite; Salsa & Limão é vegetariana, mas não vegana.

Olho no mercado: comparação rápida de ações

Empresa Ticker (NYSE) Preço* (US$) P/L* Yield de Dividendos*
Unilever PLC (ADR) UL 49,20 18,7 3,6 %
PepsiCo Inc. PEP 181,40 24,1 2,8 %

*Dados aproximados de mercado consultados em 15/04/2026. Investimento em renda variável envolve riscos; faça sua própria análise ou consulte um profissional.

Insight do repórter

A parceria vai além de um simples “combo” de gôndola. Ela sinaliza uma tendência de cross branding focado em experiência do consumidor, algo que ganha força em um varejo cada vez mais competitivo. Caso a categoria deslanche, é provável vermos novas joint ventures explorando rituais de consumo cotidianos, do café da manhã ao happy hour.

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Copa do Mundo promete turbinar vendas no varejo brasileiro em quase 5%

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O que aconteceu

Levantamento da Scanntech mostra que o chamado “Efeito Partida” – salto nas compras motivado pelos jogos da Seleção – eleva o faturamento do varejo em média 4,7% durante a Copa do Mundo. O fenômeno, observado nas últimas edições do torneio, tende a se repetir em 2026, quando a maioria das partidas do Brasil acontecerá à noite.

Como o consumo se comporta

Véspera do jogo: fluxo nas lojas cresce até 6,7%. O consumidor antecipa as compras para evitar deslocamentos enquanto a bola rola, fazendo o tíquete médio das categorias “clima de Copa” saltar 24,4%.

Horas antes da partida: picos de 19,1% no movimento – em 2022 a alta chegou a 69,2%. Durante o jogo, o varejo sente queda temporária.

Itens campeões de audiência

Produtos ligados à socialização e preparo de refeições coletivas lideram o ranking:

  • Churrasqueiras: +227,5%
  • Pipoca de micro-ondas: +119,9%
  • Air fryers: +112,4%
  • Amendoim salgado: +86,2%
  • Proteínas para churrasco (espetinhos, frango inteiro, cortes bovinos): forte alta

Bebidas em ritmo de goleada

  • Espumantes: +179,4%
  • Whisky: +144,1%
  • Gin: +137%
  • Cerveja: +126,9%
  • Gelo: +135,8%

Ganham espaço ainda versões zero, drinks prontos e bebidas de baixo teor alcoólico, alinhadas à busca por moderação.

Cenário econômico de 2026

Inflação mais controlada e rendimento médio em leve recuperação estimulam o consumo, mesmo com juros elevados. Além disso, 65% dos brasileiros planejam assistir aos jogos em casa, o que favorece compras no autosserviço.

Oportunidades para o varejo

Para aproveitar o momento, especialistas recomendam:

  1. Reforçar sortimento de itens de conveniência, churrasco e bebidas geladas.
  2. Garantir abastecimento extra nas 24 horas anteriores aos jogos.
  3. Aplicar ações de cross-selling (ex.: carne + carvão + cerveja) em pontos estratégicos.
  4. Criar ofertas noturnas, já que a maioria das partidas será após as 19h.

Perguntas frequentes

Quem mais se beneficia? Supermercados de bairro, atacarejos e lojas de conveniência próximas a áreas residenciais.

Quais categorias podem perder espaço? Produtos de consumo rotineiro, como itens de limpeza e mercearia seca, tendem a ficar em segundo plano nos dias de jogo.

O efeito vale para jogos de outras seleções? Sim, mas em intensidade menor: o pico costuma representar cerca de 30% do registrado nas partidas do Brasil.

Olhar de investidor: ações de varejo em campo

Empresa Ticker Exposição ao “Efeito Partida” Ponto de atenção
Assaí ASAI3 Alta: atacarejo com foco em volume Nível de endividamento
Pão de Açúcar PCAR3 Médio: lojas premium e proximidade Venda de ativos em curso
Carrefour Brasil CRFB3 Alta: hiper + atacado Sintegração de operações
Grupo Mateus GMAT3 Médio: expansão norte/nordeste Concorrência regional

Insight: volumes adicionais durante a Copa podem elevar margem bruta no curto prazo; no entanto, o investidor deve monitorar custos de logística e capital de giro.

Conclusão

O Mundial volta a ditar o ritmo das compras dos brasileiros. Quem alinhar sortimento, abastecimento e comunicação tem tudo para levantar o troféu das vendas.

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Nova temporada do podcast Green Room debate o futuro dos eventos e aponta tendências até 2026

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Quem – O Green Room, podcast do portal Mundo do Marketing.

O quê – Lançamento de uma temporada especial dedicada a discutir o futuro dos eventos no Brasil.

Quando – Estreia em 17 de abril de 2026.

Onde – Gravações realizadas durante o CMO Summit 2026, com publicação no YouTube e nas principais plataformas de áudio.

Por quê – Eventos corporativos e de entretenimento passaram a ser vistos como hubs de negócios, exigindo inovação, métricas claras de retorno e experiências personalizadas.

Estreia com bastidores do Rock in Rio

O episódio inaugural traz Luís Justo, CEO do Rock in Rio, relatando como o festival evoluiu de um grande show de música para uma plataforma permanente de conteúdo, impacto social e relacionamento com marcas. Segundo o executivo, manter a relevância de um evento consolidado envolve equilibrar tradição, tecnologia e narrativas que fortaleçam comunidades durante todo o ano.

Visões que cobrem toda a cadeia de valor

Os próximos capítulos reúnem lideranças de feiras, congressos e festivais de nicho:

  • Ana Flavia de Wit – Gamescom: games, tecnologia e cultura pop.
  • Lolla Vasconcelos – RIO2C: economia criativa e propriedade intelectual.
  • Debora Huff – Beauty Fair: força das relações B2B.
  • Marcelo Senhorini – ERP Summit: geração de leads e conteúdo técnico.
  • Lucas Schweitzer – Empreende Brasil: empreendedorismo e networking.
  • Rafaela Lotto – YouPix: creator economy e comunidades.
  • Adriana Teixeira – Heineken: visão de marca investidora em experiências.

Executivos de iniciativas como IA Brasil Experience, Energy Summit, Comex Tech Summit, Product Camp, além de representantes da Alagev e AB Startups, completam o painel, inserindo temáticas de tecnologia, viagens corporativas e novos formatos híbridos.

Principais tendências mapeadas

1. Eventos como plataformas permanentes de conteúdo

2. Integração presencial, digital e híbrida

3. Personalização baseada em dados

4. Ativação de marcas ligada a métricas de negócio

5. Comunidades de nicho como alavanca de fidelização

Conclusões do editor

• A indústria de eventos deixou de operar em “picos” e migrou para relacionamentos contínuos.

• Marcas exigem retorno comprovável; quem não mensurar resultados ficará para trás.

• Criadores de conteúdo tornam-se coprodutores, ampliando alcance orgânico.

Perguntas frequentes

Como acompanhar a temporada?

A série será disponibilizada no canal do YouTube do Mundo do Marketing e em plataformas de áudio como Spotify, Deezer e Apple Podcasts.

Os episódios são pagos?

Não. Todo o conteúdo é gratuito.

Posso sugerir pautas?

Sim. O podcast recebe sugestões pelo e-mail da redação divulgado na descrição dos episódios.

Tabela-radar: empresas listadas que se beneficiam do boom de eventos

Empresa Ticker Foco no setor Por que ficar de olho
Time For Fun SHOW3 Produção de shows e festivais Demanda reprimida por entretenimento presencial
Grupo SBF SBFG3 Eventos esportivos e varejo Sinergia entre experiências físicas e e-commerce
TOTVS TOTS3 Softwares corporativos Sistemas de gestão para feiras e conferências B2B
Meliuz CASH3 Cashback e marketing Ativações digitais durante eventos híbridos

A tabela tem caráter informativo e não constitui recomendação de compra ou venda.

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Investimento em publicidade digital soma US$ 1,08 bilhão no 1º trimestre de 2026; E-commerce puxa a fila

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O mercado digital brasileiro iniciou 2026 firmando a internet como principal vitrine para anunciantes. Entre janeiro e março, as empresas injetaram US$ 1,087 bilhão em mídia online, valor que ressalta a expansão do ambiente digital na estratégia de Marketing.

Quem investiu mais

Dez segmentos concentraram a maior parte da verba. O E-commerce mantém a liderança, seguido por Software e Aplicativos e Automóveis. Na sequência aparecem Transações, Telecomunicações, Serviços Empresariais, Mídia, Universidades, Serviços Financeiros e, fechando o Top 10, Loterias e Apostas.

Marcas que mais abriram o bolso

A Shopee disparou na frente com US$ 28,1 milhões aplicados em mídia paga. OLX (US$ 10,3 milhões) e PagSeguro UOL (US$ 4,4 milhões) completam o pódio, confirmando a força de plataformas já consolidadas no varejo digital.

Preferência por vídeo e imagem

Todas as cinco campanhas mais caras do trimestre recorreram a formatos audiovisuais. O destaque ficou para “Dinheiro com a Shopee!”, acompanhada por “Autos e peças” (OLX) e “Venda com taxa zero e receba na hora” (PagBank). Principia Skincare e Pantene também figuram na lista, sinalizando diversidade de categorias que disputam atenção do consumidor.

Por dentro da audiência

O tráfego mobile representou 64,33% dos acessos, contra 35,67% no desktop, mantendo o celular como principal ponto de contato. Em variação de públicos, o nicho de automobilismo acelerou 94,24%, impulsionado por portais especializados.

Sites mais visitados

No ranking geral de visitas, Google.com, bet.br e YouTube.com ocupam as três primeiras posições. TikTok, WhatsApp, Instagram e Facebook reforçam a onipresença das redes sociais, enquanto Globo.com e Mercado Livre mostram o apetite por conteúdo e marketplace.

Oscilações de tráfego

O site s18.bet liderou o crescimento com salto superior a 5.000%. Na outra ponta, 99app.com teve a maior queda (-28,56%), seguido de aliexpress.com (-19,85%) e twitch.tv (-15,4%), ilustrando a rapidez com que preferências mudam na web.

Conclusão

O balanço do primeiro trimestre confirma que o bolso do anunciante está cada vez mais digital e aponta duas lições: quem domina o mobile tende a sair na frente e formatos em vídeo seguem como aposta segura para campanhas de alto impacto.

Perguntas frequentes

Por que o E-commerce investe tanto?
Porque o varejo online depende de tráfego constante para converter vendas e o retorno sobre investimento em mídia costuma ser mensurável em tempo real.

Vídeo realmente converte mais?
Estudos indicam taxas de engajamento superiores quando a peça envolve som e movimento, o que explica a preferência dos anunciantes.

Mobile já superou o desktop?
Sim. Com 64,33% do tráfego, o smartphone é hoje o principal dispositivo de acesso no Brasil.

Tabela rápida: ações de empresas ligadas ao topo do ranking*

Empresa Ticker Setor P/L Preço 12M
Mercado Livre MELI34 E-commerce 77,2 +32%
PAGS PAGS34 Pagamentos 18,5 -5%
Meta Platforms M1TA34 Redes Sociais 29,8 +48%
Alphabet GOGL34 Busca/Ads 25,1 +21%

*Dados de mercado consultados em 15/04/2026. Não constituem recomendação de investimento.

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