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quarta-feira, abril 22, 2026
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Meta instala software para registrar uso de computadores de funcionários e turbinar IA corporativa

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Quem: Meta (controladora de Facebook, Instagram e WhatsApp)
O que: começa a instalar um programa de monitoramento em máquinas de colaboradores nos Estados Unidos
Quando: implementação comunicada internamente neste mês
Onde: escritórios norte-americanos; Europa fica fora por barreiras legais
Como: o software capta movimentos de mouse, cliques, atalhos de teclado, menus escolhidos e faz capturas ocasionais de tela
Por quê: alimentar o “Model Capability Initiative”, projeto que treina modelos de inteligência artificial para executar tarefas de escritório no futuro

Funcionários reagem com revolta

Assim que a mudança apareceu na rede interna, o comentário mais curtido foi “Isso me deixa super desconfortável. Como desativo?”. Segundo relatos, o emoji de raiva liderou as reações. O CTO Andrew Bosworth confirmou que não há botão de desligar o rastreamento, resposta que recebeu emojis de choro, choque e mais raiva.

Monitoramento não é exatamente novo

Computadores corporativos da Meta já vinham sendo vigiados — a novidade é a escala e o foco declarado em treinar IA. Especialistas ouvidos por agências internacionais lembram que a legislação dos EUA permite o monitoramento, enquanto normas mais rígidas na União Europeia poderiam barrar a prática.

Meta quer IA como colega de trabalho

O projeto integra um pacote maior para elevar produtividade. Mark Zuckerberg, CEO da companhia, desenvolve um agente de IA pessoal que responde e-mails e pretende criar um “clone” para dar feedback a equipes. A ambição de médio prazo é que sistemas autônomos assumam parte das tarefas humanas.

Conclusão

A iniciativa mostra até onde grandes empresas de tecnologia estão dispostas a ir para acelerar o treinamento de IA, mesmo que isso gere atrito interno. Resta saber se o ganho de produtividade compensará o desgaste com privacidade e clima organizacional.

Perguntas frequentes

• O software grava senhas?
A Meta diz que capta padrões de uso e imagens de tela sem armazenar credenciais.

• Posso recusar a instalação?
Nos EUA, não. O CTO confirmou que não há opção de exclusão individual.

• A medida chega ao Brasil?
Não há anúncio oficial, mas leis locais de proteção de dados podem dificultar.

• Isso viola alguma lei trabalhista?
Nos EUA, não; na Europa possivelmente; no Brasil dependeria de acordo coletivo e LGPD.

Olho no mercado: vale comprar ações da Meta?

Cenário Ponto positivo Ponto de atenção
Curto prazo (3-6 meses) Corte de custos e foco em IA animam investidores Risco de processos trabalhistas e imagem negativa
Médio prazo (1-2 anos) Diversificação além de publicidade tradicional Concorrência crescente em IA generativa
Longo prazo (3+ anos) Ecossistema robusto e capacidade de escalar novas tecnologias Regulação mais dura pode limitar monetização de dados

Análise pessoal: para investidores de perfil moderado, a ação segue interessante, mas a controvérsia de privacidade precisa ser acompanhada, pois pode gerar custos jurídicos elevados.

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VTEX DAY 2026 apresenta 7 sinais que reposicionam o Marketing como orquestrador de jornadas sem atrito

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O VTEX DAY 2026 ocupou o São Paulo Expo em 17 de abril com uma proposta ousada: transformar pavilhões em uma cidade funcional para demonstrar, na prática, como o consumo se insere cada vez mais no fluxo natural da vida. A partir dessa imersão, emergiram sete aprendizados essenciais para quem trabalha com Marketing, varejo e tecnologia.

1. Da IA Generativa à IA Operacional

Se em 2024 os modelos de linguagem escreviam textos, em 2026 múltiplos agentes de IA já monitoram preços da concorrência, ajustam campanhas em tempo real e concluem vendas completas via WhatsApp. A automação libera as equipes para tarefas estratégicas e criativas.

2. Retail Media expande fronteiras

A entrada do Tenda Atacado na plataforma de Retail Media da VTEX indica que o setor de alimentos e atacarejo virou terreno fértil para anunciantes que buscam impactar o consumidor no momento exato da reposição de estoque.

3. Pagamento é parte da experiência

Com o PagBank, o conceito de “fricção zero” ganhou força. O split de pagamentos se tornou peça-chave para marketplaces e colaborações entre marcas, assegurando que a complexidade financeira não interrompa a jornada do usuário.

4. A engrenagem invisível do consumo

Estações de metrô simuladas mostraram, com apoio de Quality Digital e Mastercard, que o Marketing eficiente não interrompe a rotina; ele se encaixa nela. Contextualizar ofertas no trajeto diário do cliente passa a ser regra, não exceção.

5. Conteúdo que converte

Marcas como Kärcher provaram que demonstrações ao vivo com alta fidelidade visual superam anúncios focados apenas em preço. O Live Commerce evoluiu para um Marketing de utilidade e prova social.

6. Hospitalidade e logística viram branding

Parcerias entre Housi e Mercedes-Benz ressaltaram que a experiência pós-clique determina a lealdade. Entrega rápida e ambientes confortáveis transformam fornecedores em parte do estilo de vida do consumidor.

7. E-commerce como território de desejo

Louis Vuitton, Estée Lauder e Swarovski tratam as lojas online como extensões da experiência física. Canais como WhatsApp, e-commerce e boutiques interagem de forma fluida, unindo exclusividade e conveniência.

Conclusões

Os sete sinais revelam um Marketing menos focado em ferramentas isoladas e mais preocupado em integrar dados, logística, pagamento e conteúdo em uma orquestra única. O profissional que dominar essa sinfonia tende a manter a marca relevante na rotina do consumidor.

Perguntas Frequentes

O que diferencia a IA Operacional da IA Generativa?
A IA Operacional executa tarefas completas — do monitoramento de preços ao fechamento de venda — enquanto a IA Generativa foca na criação de conteúdo.

Retail Media serve apenas para grandes varejistas?
Não. A estratégia pode ser escalada para qualquer ponto de contato que possua dados de compra e alta frequência de visitas.

O split de pagamentos é obrigatório?
Para marketplaces que lidam com múltiplos sellers, o split evita gargalos financeiros e melhora a experiência.

Tabela de ações recomendadas

Insight Ação prática Benefício esperado
IA Operacional Implantar agentes autônomos para gestão de campanhas Redução de custos e ganho de agilidade
Retail Media Negociar espaços com redes de atacarejo ROAS mais alto em momentos de recompra
Pagamento Fricção Zero Integrar split e one-click buy Menos abandono de carrinho
Contextualização Ativar ofertas geolocalizadas em rotas urbanas Aumento de conversão no ponto de necessidade
Conteúdo = Conversão Produzir lives com demonstrações de uso real Crescimento de ticket médio
Hospitalidade & Logística Firmar SLAs de entrega abaixo de 24 h Fidelização e NPS mais alto
E-commerce Premium Criar storytelling integrado on/offline Percepção de valor e margem maior

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Pluxee injeta R$ 2 milhões em campanha digital para reposicionar o vale-transporte como vantagem estratégica

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Quem: Pluxee, empresa especializada em benefícios corporativos.

O quê: Lançamento da campanha “Me leva, Pluxee”, que posiciona o vale-transporte como peça-chave da experiência do colaborador.

Quanto: investimento superior a R$ 2 milhões.

Quando: anúncio feito em 17 de abril de 2026.

Onde: estratégia 100% digital, com foco em redes sociais, podcasts e creators ligados ao universo corporativo.

Por quê: tornar a mobilidade corporativa menos burocrática e mais conectada ao bem-estar, gerando economia de até 35% para as empresas e influenciando a decisão de 85% dos candidatos a vagas.

Mobilidade como experiência, não obrigação

A campanha aposta no conceito criativo “Me leva, Pluxee”, expressão que ao mesmo tempo soa como um pedido de carona e um voto de confiança. A ideia é reforçar a marca como parceira no trajeto diário, simplificando a gestão do RH e tornando o deslocamento mais acessível aos colaboradores.

Estratégia 100% digital

Com mais de R$ 2 milhões destinados a mídia online, influenciadores e criadores de conteúdo, a empresa acompanha o comportamento dos trabalhadores durante o trajeto: mais da metade escuta música ou podcasts, 40% navegam em redes sociais e 24% assistem a vídeos. O mix digital garante presença justamente nesses momentos.

Benefícios para empresas e colaboradores

Segundo levantamento interno, 85% dos profissionais levam o vale-transporte em conta ao aceitar uma vaga. Já para as companhias, uma gestão eficiente pode baixar custos em até 35%. A Pluxee pretende ampliar em 50% sua base de usuários de vale-transporte nos próximos seis meses, atrelando o benefício a pilares como alimentação, saúde mental e proteção.

Análise de mercado: vale a pena investir no setor de benefícios?

Embora a Pluxee ainda não tenha capital aberto, seu movimento sinaliza oportunidades em players listados que atuam com mobilidade corporativa, benefícios flexíveis e RH digitalizado. Veja um comparativo simplificado:

Empresa Ticker Segmento principal P/L Potencial de crescimento (12 m) Observação
Afya AFYA3 Educação & benefícios corporativos 17x ↑ 22% Expansão de soluções para RH
Totvs TOTS3 SaaS para gestão empresarial 24x ↑ 18% Integração de módulos de benefícios
Mercado Livre MELI34 E-commerce & fintech 63x ↑ 27% Soluções de mobilidade e logística

Fonte: médias de mercado – dados de abril/2026. Este conteúdo não constitui recomendação de investimento.

Perguntas frequentes

1. Como a campanha beneficia o colaborador?
Garante recebimento do vale-transporte de forma simplificada e reforça a cultura de bem-estar.

2. Qual o diferencial para o RH?
Automação de processos, redução de fraudes e economia média de até 35%.

3. Há previsão de expansão para novos modais de transporte?
A empresa sinaliza que estuda integrar bilhetagem digital e apps de micro-mobilidade no futuro próximo.

Conclusão

Ao injetar R$ 2 milhões em mídia digital e abraçar influenciadores, a Pluxee mostra que a mobilidade vai muito além de um custo operacional. Ela se torna elo entre engajamento, retenção de talentos e eficiência financeira — pontos cruciais para a competitividade das companhias.

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Coca-Cola estampa 1 bilhão de rótulos com figurinhas exclusivas da Copa 2026 em parceria com a Panini

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Quem – A Coca-Cola, patrocinadora oficial da Copa do Mundo, e a editora Panini, responsável pelo tradicional álbum do torneio.

O quê – As duas empresas lançaram uma coleção de 14 figurinhas especiais que vêm impressas nos rótulos de Coca-Cola Original e Zero Açúcar. Os selos podem ser destacados e colados diretamente no álbum oficial, que agora traz uma página dedicada à colaboração.

Quando – A distribuição acontece até 15 de junho de 2026.

Onde – Mais de 1 bilhão de garrafas circularão em mercados selecionados no mundo. No Brasil, a promoção vale para embalagens de 600 ml e 2,5 l (esta última disponível apenas em algumas regiões).

Como – Cada garrafa participante traz um QR Code que libera a criação de figurinhas digitais personalizadas no site da marca. A plataforma também oferece um “localizador de pontos de troca”, que indica eventos e lojas onde colecionadores podem se reunir.

Por quê – A iniciativa faz parte da campanha global da Coca-Cola para reforçar o vínculo emocional com o torneio e manter a tradição de quase 50 anos de parceria com a FIFA. Ao transformar o ato de beber refrigerante em uma experiência colecionável, a empresa busca aumentar a frequência de compra e engajamento nas redes sociais durante a contagem regressiva para a Copa.

Figurinhas selecionadas – Entre os 14 atletas escolhidos estão Lamine Yamal, Virgil van Dijk, Harry Kane e o zagueiro brasileiro Gabriel Magalhães, todos retratados em expressões intensas de “cara de jogo”.

Próximos passos – Segundo as companhias, novas ativações serão anunciadas nos próximos meses, com foco especial na América Latina.

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Conclusão

Transformar rótulos em figurinhas físicas e digitais é um movimento que une nostalgia e interatividade, mantendo viva a cultura de troca que acompanha cada Copa do Mundo. Para a Coca-Cola, o formato ancora a marca no principal evento esportivo do planeta e cria motivo concreto para o consumidor escolher a garrafa certa na gôndola.

Perguntas frequentes (FAQ)

1. Preciso comprar algum kit extra para receber a figurinha?
Não. A figurinha vem incorporada ao rótulo das garrafas de 600 ml e 2,5 l identificadas com a promoção.

2. Posso encontrar todas as 14 figurinhas no Brasil?
Sim, porém a disponibilidade varia de região para região, principalmente nas embalagens de 2,5 l.

3. O QR Code dá acesso a que tipo de conteúdo?
A ferramenta gera uma versão digital da sua foto em formato de figurinha personalizada e indica pontos oficiais de troca próximos.

4. As figurinhas do rótulo substituem os pacotinhos tradicionais da Panini?
Não. Elas são itens promocionais extras e ocupam uma página exclusiva no álbum.

Análise rápida: vale comprar ações da Coca-Cola (KO)?

Sem recomendações específicas, confira pontos que analistas costumam observar:

Motivos para ficar de olho Potenciais riscos Horizonte
Marca global, fluxo de caixa recorrente, portfólio diversificado de bebidas não alcoólicas e exposição a grandes eventos esportivos. Câmbio desfavorável, pressões regulatórias sobre açúcar e variações no consumo de refrigerantes. Médio a longo prazo, perfil defensivo.

Este conteúdo tem caráter informativo e não constitui recomendação de investimento.

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Hellmann’s e Tostitos unem forças e inauguram categoria de “molhos para chuchar” no Brasil

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Unilever Alimentos e PepsiCo Brasil oficializaram uma parceria inédita para explorar um hábito já comum à mesa do brasileiro: misturar snacks com molhos. A collab conecta a marca de maionese Hellmann’s ao portfólio de tortilhas Tostitos, resultando na linha Molhos para Chuchar, apresentada em duas versões — Cheddar e Cebola, Salsa & Limão.

Quem, o que, quando, onde e por quê

Quem: Unilever Alimentos (detentora de Hellmann’s) e PepsiCo Brasil (responsável por Tostitos).
O que: lançamento de uma gama de molhos dips prontos para consumo.
Quando: produtos já estão disponíveis em todo o país desde abril de 2026.
Onde: redes de supermercados, atacarejos, minimercados de bairro e principais plataformas de e-commerce.
Por quê: expansão de ocasiões de consumo, estímulo à compra casada e ganho de visibilidade no ponto de venda.

Três alavancas de crescimento

1. Mais ocasiões de consumo: seis em cada dez brasileiros adotam lanches rápidos ao longo do dia.
2. Compra conjunta: a narrativa “abra, chuch e compartilhe” incentiva a levar tortilha e molho no mesmo carrinho.
3. Relevância no varejo: a dupla gera destaque em gôndola e ativa cross merchandising, sobretudo em ilhas de snacks.

Moldando um mercado que deve crescer 27% até 2029

Segundo projeções do Euromonitor, a categoria de molhos além de maionese e ketchup deve avançar 27 % nos próximos três anos. A estratégia das companhias mira justamente esse espaço ainda pouco explorado, procurando educar o consumidor e sofisticar o repertório de sabores.

Embalagem e ESG

As bisnagas squeeze utilizam 60 % de plástico reciclado. O design facilita o ato de “chuchar” e apoia metas ambientais em linha com o interesse do consumidor por marcas comprometidas com sustentabilidade.

O que esperar a seguir

— Extensão de sabores:
— Ações de marketing de experiência em festivais e food trucks;
— Possível entrada em bares e restaurantes como opção de combo.
A collab ainda abre caminho para que outros fabricantes reavaliem suas portfolios e criem embalagens pensadas para o consumo conjunto.

Perguntas frequentes

Quanto custam os Molhos para Chuchar?
Nas grandes redes, o preço de lançamento gira em torno de R$ 12,90 a R$ 14,90 (bisnaga de 200 g).

Onde encontrar?
Mercados, aplicativos de entrega rápida e lojas on-line das próprias marcas.

Os molhos precisam de refrigeração?
Sim, depois de abertos, manter sob refrigeração e consumir em até 30 dias.

É produto vegano?
A versão Cheddar contém derivados de leite; Salsa & Limão é vegetariana, mas não vegana.

Olho no mercado: comparação rápida de ações

Empresa Ticker (NYSE) Preço* (US$) P/L* Yield de Dividendos*
Unilever PLC (ADR) UL 49,20 18,7 3,6 %
PepsiCo Inc. PEP 181,40 24,1 2,8 %

*Dados aproximados de mercado consultados em 15/04/2026. Investimento em renda variável envolve riscos; faça sua própria análise ou consulte um profissional.

Insight do repórter

A parceria vai além de um simples “combo” de gôndola. Ela sinaliza uma tendência de cross branding focado em experiência do consumidor, algo que ganha força em um varejo cada vez mais competitivo. Caso a categoria deslanche, é provável vermos novas joint ventures explorando rituais de consumo cotidianos, do café da manhã ao happy hour.

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Copa do Mundo promete turbinar vendas no varejo brasileiro em quase 5%

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O que aconteceu

Levantamento da Scanntech mostra que o chamado “Efeito Partida” – salto nas compras motivado pelos jogos da Seleção – eleva o faturamento do varejo em média 4,7% durante a Copa do Mundo. O fenômeno, observado nas últimas edições do torneio, tende a se repetir em 2026, quando a maioria das partidas do Brasil acontecerá à noite.

Como o consumo se comporta

Véspera do jogo: fluxo nas lojas cresce até 6,7%. O consumidor antecipa as compras para evitar deslocamentos enquanto a bola rola, fazendo o tíquete médio das categorias “clima de Copa” saltar 24,4%.

Horas antes da partida: picos de 19,1% no movimento – em 2022 a alta chegou a 69,2%. Durante o jogo, o varejo sente queda temporária.

Itens campeões de audiência

Produtos ligados à socialização e preparo de refeições coletivas lideram o ranking:

  • Churrasqueiras: +227,5%
  • Pipoca de micro-ondas: +119,9%
  • Air fryers: +112,4%
  • Amendoim salgado: +86,2%
  • Proteínas para churrasco (espetinhos, frango inteiro, cortes bovinos): forte alta

Bebidas em ritmo de goleada

  • Espumantes: +179,4%
  • Whisky: +144,1%
  • Gin: +137%
  • Cerveja: +126,9%
  • Gelo: +135,8%

Ganham espaço ainda versões zero, drinks prontos e bebidas de baixo teor alcoólico, alinhadas à busca por moderação.

Cenário econômico de 2026

Inflação mais controlada e rendimento médio em leve recuperação estimulam o consumo, mesmo com juros elevados. Além disso, 65% dos brasileiros planejam assistir aos jogos em casa, o que favorece compras no autosserviço.

Oportunidades para o varejo

Para aproveitar o momento, especialistas recomendam:

  1. Reforçar sortimento de itens de conveniência, churrasco e bebidas geladas.
  2. Garantir abastecimento extra nas 24 horas anteriores aos jogos.
  3. Aplicar ações de cross-selling (ex.: carne + carvão + cerveja) em pontos estratégicos.
  4. Criar ofertas noturnas, já que a maioria das partidas será após as 19h.

Perguntas frequentes

Quem mais se beneficia? Supermercados de bairro, atacarejos e lojas de conveniência próximas a áreas residenciais.

Quais categorias podem perder espaço? Produtos de consumo rotineiro, como itens de limpeza e mercearia seca, tendem a ficar em segundo plano nos dias de jogo.

O efeito vale para jogos de outras seleções? Sim, mas em intensidade menor: o pico costuma representar cerca de 30% do registrado nas partidas do Brasil.

Olhar de investidor: ações de varejo em campo

Empresa Ticker Exposição ao “Efeito Partida” Ponto de atenção
Assaí ASAI3 Alta: atacarejo com foco em volume Nível de endividamento
Pão de Açúcar PCAR3 Médio: lojas premium e proximidade Venda de ativos em curso
Carrefour Brasil CRFB3 Alta: hiper + atacado Sintegração de operações
Grupo Mateus GMAT3 Médio: expansão norte/nordeste Concorrência regional

Insight: volumes adicionais durante a Copa podem elevar margem bruta no curto prazo; no entanto, o investidor deve monitorar custos de logística e capital de giro.

Conclusão

O Mundial volta a ditar o ritmo das compras dos brasileiros. Quem alinhar sortimento, abastecimento e comunicação tem tudo para levantar o troféu das vendas.

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Nova temporada do podcast Green Room debate o futuro dos eventos e aponta tendências até 2026

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Quem – O Green Room, podcast do portal Mundo do Marketing.

O quê – Lançamento de uma temporada especial dedicada a discutir o futuro dos eventos no Brasil.

Quando – Estreia em 17 de abril de 2026.

Onde – Gravações realizadas durante o CMO Summit 2026, com publicação no YouTube e nas principais plataformas de áudio.

Por quê – Eventos corporativos e de entretenimento passaram a ser vistos como hubs de negócios, exigindo inovação, métricas claras de retorno e experiências personalizadas.

Estreia com bastidores do Rock in Rio

O episódio inaugural traz Luís Justo, CEO do Rock in Rio, relatando como o festival evoluiu de um grande show de música para uma plataforma permanente de conteúdo, impacto social e relacionamento com marcas. Segundo o executivo, manter a relevância de um evento consolidado envolve equilibrar tradição, tecnologia e narrativas que fortaleçam comunidades durante todo o ano.

Visões que cobrem toda a cadeia de valor

Os próximos capítulos reúnem lideranças de feiras, congressos e festivais de nicho:

  • Ana Flavia de Wit – Gamescom: games, tecnologia e cultura pop.
  • Lolla Vasconcelos – RIO2C: economia criativa e propriedade intelectual.
  • Debora Huff – Beauty Fair: força das relações B2B.
  • Marcelo Senhorini – ERP Summit: geração de leads e conteúdo técnico.
  • Lucas Schweitzer – Empreende Brasil: empreendedorismo e networking.
  • Rafaela Lotto – YouPix: creator economy e comunidades.
  • Adriana Teixeira – Heineken: visão de marca investidora em experiências.

Executivos de iniciativas como IA Brasil Experience, Energy Summit, Comex Tech Summit, Product Camp, além de representantes da Alagev e AB Startups, completam o painel, inserindo temáticas de tecnologia, viagens corporativas e novos formatos híbridos.

Principais tendências mapeadas

1. Eventos como plataformas permanentes de conteúdo

2. Integração presencial, digital e híbrida

3. Personalização baseada em dados

4. Ativação de marcas ligada a métricas de negócio

5. Comunidades de nicho como alavanca de fidelização

Conclusões do editor

• A indústria de eventos deixou de operar em “picos” e migrou para relacionamentos contínuos.

• Marcas exigem retorno comprovável; quem não mensurar resultados ficará para trás.

• Criadores de conteúdo tornam-se coprodutores, ampliando alcance orgânico.

Perguntas frequentes

Como acompanhar a temporada?

A série será disponibilizada no canal do YouTube do Mundo do Marketing e em plataformas de áudio como Spotify, Deezer e Apple Podcasts.

Os episódios são pagos?

Não. Todo o conteúdo é gratuito.

Posso sugerir pautas?

Sim. O podcast recebe sugestões pelo e-mail da redação divulgado na descrição dos episódios.

Tabela-radar: empresas listadas que se beneficiam do boom de eventos

Empresa Ticker Foco no setor Por que ficar de olho
Time For Fun SHOW3 Produção de shows e festivais Demanda reprimida por entretenimento presencial
Grupo SBF SBFG3 Eventos esportivos e varejo Sinergia entre experiências físicas e e-commerce
TOTVS TOTS3 Softwares corporativos Sistemas de gestão para feiras e conferências B2B
Meliuz CASH3 Cashback e marketing Ativações digitais durante eventos híbridos

A tabela tem caráter informativo e não constitui recomendação de compra ou venda.

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Investimento em publicidade digital soma US$ 1,08 bilhão no 1º trimestre de 2026; E-commerce puxa a fila

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O mercado digital brasileiro iniciou 2026 firmando a internet como principal vitrine para anunciantes. Entre janeiro e março, as empresas injetaram US$ 1,087 bilhão em mídia online, valor que ressalta a expansão do ambiente digital na estratégia de Marketing.

Quem investiu mais

Dez segmentos concentraram a maior parte da verba. O E-commerce mantém a liderança, seguido por Software e Aplicativos e Automóveis. Na sequência aparecem Transações, Telecomunicações, Serviços Empresariais, Mídia, Universidades, Serviços Financeiros e, fechando o Top 10, Loterias e Apostas.

Marcas que mais abriram o bolso

A Shopee disparou na frente com US$ 28,1 milhões aplicados em mídia paga. OLX (US$ 10,3 milhões) e PagSeguro UOL (US$ 4,4 milhões) completam o pódio, confirmando a força de plataformas já consolidadas no varejo digital.

Preferência por vídeo e imagem

Todas as cinco campanhas mais caras do trimestre recorreram a formatos audiovisuais. O destaque ficou para “Dinheiro com a Shopee!”, acompanhada por “Autos e peças” (OLX) e “Venda com taxa zero e receba na hora” (PagBank). Principia Skincare e Pantene também figuram na lista, sinalizando diversidade de categorias que disputam atenção do consumidor.

Por dentro da audiência

O tráfego mobile representou 64,33% dos acessos, contra 35,67% no desktop, mantendo o celular como principal ponto de contato. Em variação de públicos, o nicho de automobilismo acelerou 94,24%, impulsionado por portais especializados.

Sites mais visitados

No ranking geral de visitas, Google.com, bet.br e YouTube.com ocupam as três primeiras posições. TikTok, WhatsApp, Instagram e Facebook reforçam a onipresença das redes sociais, enquanto Globo.com e Mercado Livre mostram o apetite por conteúdo e marketplace.

Oscilações de tráfego

O site s18.bet liderou o crescimento com salto superior a 5.000%. Na outra ponta, 99app.com teve a maior queda (-28,56%), seguido de aliexpress.com (-19,85%) e twitch.tv (-15,4%), ilustrando a rapidez com que preferências mudam na web.

Conclusão

O balanço do primeiro trimestre confirma que o bolso do anunciante está cada vez mais digital e aponta duas lições: quem domina o mobile tende a sair na frente e formatos em vídeo seguem como aposta segura para campanhas de alto impacto.

Perguntas frequentes

Por que o E-commerce investe tanto?
Porque o varejo online depende de tráfego constante para converter vendas e o retorno sobre investimento em mídia costuma ser mensurável em tempo real.

Vídeo realmente converte mais?
Estudos indicam taxas de engajamento superiores quando a peça envolve som e movimento, o que explica a preferência dos anunciantes.

Mobile já superou o desktop?
Sim. Com 64,33% do tráfego, o smartphone é hoje o principal dispositivo de acesso no Brasil.

Tabela rápida: ações de empresas ligadas ao topo do ranking*

Empresa Ticker Setor P/L Preço 12M
Mercado Livre MELI34 E-commerce 77,2 +32%
PAGS PAGS34 Pagamentos 18,5 -5%
Meta Platforms M1TA34 Redes Sociais 29,8 +48%
Alphabet GOGL34 Busca/Ads 25,1 +21%

*Dados de mercado consultados em 15/04/2026. Não constituem recomendação de investimento.

Quer acompanhar de perto a evolução da publicidade digital e aprender mais sobre tecnologia e negócios? Visite o Portal de Tecnologia D&Blog.

Semana do Consumidor 2026 faz vendas crescerem 18% e confirma consumidor mais exigente com frete

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A Semana do Consumidor de 2026, realizada de 9 a 16 de março, impulsionou as vendas online e no varejo físico em 18% na comparação com a semana imediatamente anterior. O levantamento considerou 500 mil pedidos feitos em mais de 250 e-commerces e varejistas de todo o país, indicando mudanças claras no comportamento de compra.

Apesar do aumento no volume de transações, o tíquete médio por pedido encolheu, sinal de que o consumidor está distribuindo as compras ao longo do mês e tomando decisões mais racionais. O frete – valor e prazo – virou peça-chave no momento de fechar a compra.

Principais números

  • Prazo médio nacional de entrega: 3 dias
  • Prazo médio no Sudeste: 48 horas
  • Prazo médio no Norte: 11 dias
  • Valor médio de frete no Brasil: R$ 34,00
  • Frete médio no Norte: R$ 66,98
  • Frete médio no Sul: R$ 27,88
  • Pedidos com frete grátis no Brasil: 6%
  • Pedidos com frete grátis no Norte: 22%
  • Pedidos com frete grátis no Sudeste: 4%

Comparativo de prazos e custos de entrega por categoria

Categoria Prazo médio (dias)
Casa & Decoração 9
Perfumaria & Cosméticos 7
Eletrônicos 5
Construção & Ferramentas 5
Saúde 3
Informática 3

Por que o frete influencia tanto?

No ambiente de alta concorrência, a decisão de compra acontece em segundos. Especialistas em logística destacam três pontos que elevam o frete ao topo da lista de critérios de escolha:

  1. Rapidez: entregas de até 48 horas aumentam a taxa de conversão.
  2. Preço justo: valores acima da média espantam o consumidor — mesmo quando o produto está com desconto.
  3. Comunicação transparente: rastreamento em tempo real e mensagens proativas reduzem dúvidas e abrem caminho para recompra.

Dicas práticas para lojistas

Ação recomendada Impacto esperado
Negociar contratos com múltiplas transportadoras Reduz custo de frete e melhora prazo
Oferecer frete grátis atrelado a valor mínimo Eleva tíquete médio sem sacrificar margem
Utilizar hubs logísticos regionais Encurta entregas em até 50%
Automatizar comunicação pós-venda Aumenta satisfação e fidelização

Perguntas frequentes

1. Posso repassar 100% do custo de frete ao cliente?
Sim, mas prepare-se para ver sua taxa de abandono de carrinho subir. O ideal é subsidiar parcialmente ou criar faixas progressivas.

2. Frete grátis ainda vale a pena?
Vale, desde que condicionado a valor mínimo de compra ou assinatura. Funciona como gatilho para elevar o tíquete e impulsionar a recompra.

3. Qual a maior tendência para 2027?
Entregas ultrarrápidas em centros urbanos, apoiadas por microrroteirização e lockers inteligentes.

Conclusões

A Semana do Consumidor 2026 deixa claro que a logística virou diferencial de marketing. Marcas que enxergarem o frete não como custo, mas como investimento em experiência, sairão na frente em próximos picos de demanda.

Gostou da análise? Acesse o Portal de Tecnologia D&Blog para mais insights sobre e-commerce, logística e inovação.

Wi-Fi, cabo ou 5G: qual conexão combina com o seu perfil

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Wi-Fi, cabo Ethernet ou 5G? A escolha da conexão ideal muda conforme o tipo de uso: jogos competitivos, streaming em alta definição, trabalho remoto ou navegação fora de casa. Para ajudar nessa decisão, especialistas em games e infraestrutura de rede detalham as vantagens e limitações de cada tecnologia e indicam quando adotar uma solução híbrida.

O que diferencia Wi-Fi, cabo e 5G

Wi-Fi – Rede sem fio presente em residências, escritórios e locais públicos. Opera, em geral, nas frequências de 2,4 GHz e 5 GHz. Oferece mobilidade dentro do ambiente, mas perde desempenho com paredes, distância do roteador e excesso de dispositivos conectados.

Cabo Ethernet – Conexão física entre modem/roteador e aparelho. Garante a menor latência, estabilidade máxima e velocidades consistentes, já que não sofre interferências de sinal.

5G – Quinta geração da telefonia móvel, com velocidades teóricas de até 10 Gbps e latência muito baixa. Ideal para acesso em movimento ou em locais sem infraestrutura cabeada, porém sujeito a variações de cobertura, obstáculos e congestionamento da rede celular.

Desempenho em jogos online

Para partidas competitivas, o consenso é: use cabo. Na gaming house do Team Solid, todos os computadores profissionais ficam ligados por Ethernet justamente para evitar perdas de pacotes e picos de latência que podem custar um campeonato.

Streaming e uso geral

No consumo de vídeo, aulas remotas e navegação cotidiana, Wi-Fi de 5 GHz cumpre bem o papel, desde que o roteador esteja centralizado e com poucos obstáculos. Posicionar o equipamento em área aberta e limitar o número de dispositivos críticos ao 5 GHz ajuda a manter a estabilidade.

Mobilidade fora de casa

Quem trabalha na rua ou viaja muito encontra no 5G a solução mais prática, especialmente em regiões ainda sem fibra óptica. Smartphones, tablets e notebooks com modem celular navegam sem depender de hotspot ou rede pública.

Quando misturar as tecnologias

• Computador gamer, console e TV 4K: cabos Ethernet garantem a melhor experiência.
• Celular, tablet e notebook: Wi-Fi oferece liberdade de movimento dentro de casa.
• Usuário externo: 5G cobre a ausência de infraestrutura fixa.

Tabela comparativa rápida

Critério Wi-Fi Cabo Ethernet 5G
Velocidade máxima* ≈ 800 Mbps (Wi-Fi 5) 1 Gbps ou mais Até 10 Gbps
Latência média 10–40 ms < 5 ms 10–20 ms
Estabilidade Média-Alta Alta Variável
Mobilidade Casa/escritório Nenhuma Alta
Custo inicial Baixo (roteador) Médio (cabeamento) Dependente de plano

*Valores aproximados e dependentes do provedor e dos equipamentos.

Perguntas frequentes

1. Preciso de cabo se meu roteador é Wi-Fi 6?
Se você joga online ou faz lives profissionais, o cabo continua imbatível em latência. Para navegação comum, o Wi-Fi 6 basta.

2. Posso usar 5G como Internet fixa?
Sim, há roteadores 5G que substituem a banda larga tradicional, mas verifique franquia de dados, custo e cobertura na sua região.

3. Mudar o canal do roteador ajuda?
Sim. Trocar para canais menos congestionados reduz interferências, principalmente em apartamentos.

Conclusão

Não existe um único vencedor: a melhor conexão é a que se encaixa no seu cenário. Use cabo para tarefas críticas, Wi-Fi para conveniência doméstica e 5G como suporte móvel ou alternativa onde não chega fibra óptica. Combinar as três tecnologias costuma entregar a experiência mais completa.

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