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sexta-feira, abril 17, 2026

Nova temporada do podcast Green Room debate o futuro dos eventos e aponta tendências até 2026

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Quem – O Green Room, podcast do portal Mundo do Marketing.

O quê – Lançamento de uma temporada especial dedicada a discutir o futuro dos eventos no Brasil.

Quando – Estreia em 17 de abril de 2026.

Onde – Gravações realizadas durante o CMO Summit 2026, com publicação no YouTube e nas principais plataformas de áudio.

Por quê – Eventos corporativos e de entretenimento passaram a ser vistos como hubs de negócios, exigindo inovação, métricas claras de retorno e experiências personalizadas.

Estreia com bastidores do Rock in Rio

O episódio inaugural traz Luís Justo, CEO do Rock in Rio, relatando como o festival evoluiu de um grande show de música para uma plataforma permanente de conteúdo, impacto social e relacionamento com marcas. Segundo o executivo, manter a relevância de um evento consolidado envolve equilibrar tradição, tecnologia e narrativas que fortaleçam comunidades durante todo o ano.

Visões que cobrem toda a cadeia de valor

Os próximos capítulos reúnem lideranças de feiras, congressos e festivais de nicho:

  • Ana Flavia de Wit – Gamescom: games, tecnologia e cultura pop.
  • Lolla Vasconcelos – RIO2C: economia criativa e propriedade intelectual.
  • Debora Huff – Beauty Fair: força das relações B2B.
  • Marcelo Senhorini – ERP Summit: geração de leads e conteúdo técnico.
  • Lucas Schweitzer – Empreende Brasil: empreendedorismo e networking.
  • Rafaela Lotto – YouPix: creator economy e comunidades.
  • Adriana Teixeira – Heineken: visão de marca investidora em experiências.

Executivos de iniciativas como IA Brasil Experience, Energy Summit, Comex Tech Summit, Product Camp, além de representantes da Alagev e AB Startups, completam o painel, inserindo temáticas de tecnologia, viagens corporativas e novos formatos híbridos.

Principais tendências mapeadas

1. Eventos como plataformas permanentes de conteúdo

2. Integração presencial, digital e híbrida

3. Personalização baseada em dados

4. Ativação de marcas ligada a métricas de negócio

5. Comunidades de nicho como alavanca de fidelização

Conclusões do editor

• A indústria de eventos deixou de operar em “picos” e migrou para relacionamentos contínuos.

• Marcas exigem retorno comprovável; quem não mensurar resultados ficará para trás.

• Criadores de conteúdo tornam-se coprodutores, ampliando alcance orgânico.

Perguntas frequentes

Como acompanhar a temporada?

A série será disponibilizada no canal do YouTube do Mundo do Marketing e em plataformas de áudio como Spotify, Deezer e Apple Podcasts.

Os episódios são pagos?

Não. Todo o conteúdo é gratuito.

Posso sugerir pautas?

Sim. O podcast recebe sugestões pelo e-mail da redação divulgado na descrição dos episódios.

Tabela-radar: empresas listadas que se beneficiam do boom de eventos

Empresa Ticker Foco no setor Por que ficar de olho
Time For Fun SHOW3 Produção de shows e festivais Demanda reprimida por entretenimento presencial
Grupo SBF SBFG3 Eventos esportivos e varejo Sinergia entre experiências físicas e e-commerce
TOTVS TOTS3 Softwares corporativos Sistemas de gestão para feiras e conferências B2B
Meliuz CASH3 Cashback e marketing Ativações digitais durante eventos híbridos

A tabela tem caráter informativo e não constitui recomendação de compra ou venda.

Quer acompanhar mais análises sobre marketing, tecnologia e inovação em eventos? Visite o D&Blog e fique por dentro das próximas tendências.

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